THE RED KRAYOLA

The Red Krayola – Amor and Language

mini-album , Drag City 1995 ,  12”/CD, Red Krayola:  tricia donnelly, john elder, david grubbs, george hurley, margo leavin, steve linn, sharon lockhart, john mcentire, albert oehlen, jim o’rourke, stephen prina, franz schnaas, alex slade, margo leavin, mayo thompson, tom watson, christopher williams, rachel williams, steven wong.
The Red Krayola – Amor and Language

1. Hard On Through The Summer
2. The Ballad Of Younis And Sofia
3. Luster
4. Ai
5. T (I, II)
6. A-A-Allegories
7. The Wind
8. Stil De Grain Brun
9. The Letter

O FIM DOS LCD SOUNDSYSTEM

“Estamos nos retirando do jogo. Caindo fora. Saindo”, avisam em nota oficial. O último show vai ser muito especial: “Iremos nos apresentar com amigos e família por aproximadamente 3 horas. Tocaremos coisas que nunca tocamos antes e vamos quebrar tudo. E gostaríamos que você esteja lá. Se você for, amaremos se vieram de branco. Ou preto. Ou preto e branco. E venham, prontos para se divertir, por favor. Se isso é um funeral, que seja o melhor funeral de todos.”

Confira abaixo a íntegra da nota oficial:

O AUMENTO DAS VENDAS DE VINIL

Os discos de vinil continuam ‘cool’. No auge dos downloads digitais, a venda de LPs está crescendo.

O número de fanáticos por discos de vinil é difícil de se mensurar, mas é certo que estão crescendo, junto com as vendas dos discos. A Nielsen SoundScan começou a contabilizar as vendas, quase há vinte anos atrás.

Esses números podem ser pequenos em comparação ao volume de downloads de música digital durante o mesmo período. No entanto, o pessoal da SoundScan não estava sozinho ao notar que uma geração criada em MP3 players ultimamente tem caído nas graças dos discos long-play, a tecnologia charmosamente antiquada que era o principal meio de reprodução de música em casa durante a maior parte do século passado.

Grandes lojas de vendas como a Urban Outfitters tomaram nota e agora vendem discos de vinil. A galeria Gagosian apanhou o mercado em expansão e tem discos de vinil com capa desenhada por artistas no seu endereço no Upper East Side.

O designer de roupas masculinas John Varvatos, coleccionador cujo acervo pessoal tem por volta de 15.000 títulos, começou cedo nos discos; a sua loja num prédio da Bowery já abrigou stocks da casa do CBGB e alguns dos mais desejados vinis antigos da cidade. A maioria dos achados de Varvatos são descobertos na internet, disse ele, ressaltando que a navegação na web ainda não oferece os prazeres tácteis do “binning” – gastar algumas horas folheando álbuns em caixotes.

Feira – Foi como um caçador de tesouros nos moldes de Varvatos que deixei a luz do verão no domingo passado para descer à escuridão do purgatório da Vault no One Hanson Place, no Brooklyn. Lá, em câmaras subterrâneas, cerca de 30 comerciantes de vinil, convidados pelo Brooklyn Flea, tinham montado as suas mesas dobráveis e levado as suas caixas para fora de casa.

Não foi a maior feira de vinil, ( provavelmente, é a Faire Long Island Music Lover’s), mas a versão de Brooklyn tinha um sabor distinto. Entre os fornecedores estava um editor sénior do The Huffington Post, dois tipos da Other Music, uma muito boa loja de discos indie, uma loja de rock psicadélico, e Bill Yawiem, de 55 anos, cuja recente mudança de uma casa para um apartamento o obrigou à difícil decisão de se desfazer de parte do seu acervo.

“Já era tempo de peneirar um pouco”, comentou Yawien, buscando no seu tesouro de discos antigos, dos Cream, a Jimi Hendrix, Jefferson Airplane e Mothers of Invention e também outros tão obscuros que, para qualquer pessoa jovem. “Deus te abençoe por se libertardo seu apego”, disse a Yawien Julie Zimmermann, uma das raras mulheres a serem vistas vagueando pela abóbada escura. “Guardava cerca de 4.000 discos“, disse Yawien.

Um dos discos de Yawien era de 1962, Boss Golden Gassers, de Murray The K. Uma linha na parte inferior da capa descrevia o conteúdo como música para tocar enquanto se assiste a uma corrida de submarinos. Um monte de historias da cultura pop foi codificada naquela compilação – com músicas de Shirelles, Etta James e The Edsels (Rama Lama Ding Dong). Não haviam corridas de submarino, é claro. Como o Urban Dictionary informa, corrida de submarino é um eufemismo para as coisas que você faz quando as janelas do carro estão embaçeadas.

Procura – A música, não as narrativas, é claramente a razão pela qual as pessoas compram vinis antigos. Eles caçam itens cult, estranhos break-beats, impressões feitas em pequenas quantidades por editoras obscuras em lugares onde os géneros e subgéneros pegaram primeiro. “Eu tenho house de Detroit, principalmente”, disse Matt Aracê, um DJ à caça de selos como a Kompact. “Compro qualquer género”, disse John Rattner, um DJ da Califórnia migrado para o Brooklyn, “excepto techno e house”.

Eles estão procurando coisas como um Serge Gainsbourg encontrado numa lixeira por 25 dólares ou os discos de Tito Puente e Benny More. É seguro presumir que os compradores também estão, de alguma forma subtil, buscando conexões culturais, o tipo que você só poderia receber de alguém como Sal Siggia.

Siggia estava no Vault, no domingo, vestindo calcas índigo Katharine Hamnett dos anos 80 e vendendo o seu tesouro pessoal do período, incluindo um catalogo quase completo dos Smiths e uma camisola dos Sex Pistols roubada a muito tempo atrás num show em São Francisco. “Nunca pensei muito sobre o que eu estava recolhendo. Eu só sabia que valia a pena guardar de alguma forma”, disse Siggia.

O que o fez se sentir muito bem sobre o mercado de domingo, Siggia acrescentou, é que quase tudo o que ele vendeu naquele dia tinha sido adquirido para prazer pessoal e não para revenda. “Tudo que as pessoas compraram foi omeu material nos anos 80”, disse. Ou seja, as músicas que ele escutava ou as roupas que usava.

Camisolas de discoteca e uma colecção completa dos discos dos Smiths são, na sua própria maneira, os elementos de uma autobiografia. Foi difícil, perguntaram a Siggia, renunciar ao seu tesouro, aos seus clássicos, ás suas relíquias? “Não”, disse, sem rodeios.

OKKERVIL RIVER

A banda  de Austin, Texas,  os  indie rockers  Okkervil River anunciaram a data de lançamento e  o título do  seu sexto álbum de estúdio, 10  Maio nos palcos de Jimmy Fallon ,  e deve seguir os passos do anterior The Stand Ins,   2008.  O novo álbum  I Am Very Far,  será lançado no dia 10 de Maio, 2011.

A banda deu uma performance incendiária,  dobrando em quase todos os instrumentos – dois bateristas, dois violinistas, dois guitarristas, três cantores (um dos quais  o New Pornographers,  AC ‘ Newman), uma secção de metais, e um pianista  produziram um primeiro gosto com muito e sincopado ritmo. O vocalista Will Sheff é um ator , impregnando  a performance com muita emoção .