THE D.O.T.

Já é conhecido o novo projecto musical de Mike Skinner desde que deu por terminado os seminais The Streets, esteve ocupado no novo projeto DOT, colaboração entre Skinner e Robert Harvey (The Music). Os The D.O.T., já têm cerca de 60 músicas gravadas, que se dividem entre material mais pop e temas mais dançáveis.

A dupla vem lançando música através do site da banda, mas  já detalhou o nome do álbum de estréia, Titled And That, está  previsto para ser lançado no Reino Unido em 22 de Outubro.

Já foi possível ouvirmos colaborações do grupo com o rapper galês Elro e com Ghostpoet, e deverão ser ambas incluídas no álbum, onde provavelmente não iremos ouvir a voz de Skinner.

Estendendo seu dom para a colaboração, Claire Maguire, o Detroit rapper Danny Brown serão convidados .

E enquanto não há datas norte-americanas foram anunciados, várias apresentações ao vivo no Reino Unido.

October
15 London XOYO
16 Newcastle Digital
17 Glasgow King Tuts
19 Edinburgh Electric Circus
20 Liverpool The Masque
24 Nottingham Bodega
25 Birmingham Institute Library
26 Preston 53 Degrees
27 Leeds Brudenell

November
9 Oxford Bullingdon
10 Brighton The Haunt

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JOHN HILLCOAT – THE WETTEST COUNTY IN THE WORLD

Jessica Chastain é um nome melhor associado com de Terrence Malick “The Tree Of Life”, mas ela ganhou elogios por sua vez no filme indie “Jolene” também, definitivamente é um talento em ascensão. Mas a atriz preparou-se para fazer uma grande impressão no mundo do cinema indie em “Help” com Emma Stone, bem como uma parte  Ami Canaan Mann “The Fields”.

Jessica Chastain  foi a estrela ao lado de Shia LaBeouf e Tom Hardy na adaptação do romance histórico, The Wettest County in the World, um drama da época da proibição- com produção de Doug Wick e de Red Wagon Lucy Fisher. Chastain juntou-se no drama da época da proibição  “The Wettest County” dirigido pelo australiano John Hillcoat, e do screenwriter/musico, Nick Cave, anteriormente conhecida como “The Promised Land” .
Os irmãos Bondurant – Forrest (Tom Hardy), Howard (Jason Clarke) e Jack (Shia LaBeouf) – são as lendas locais, no meio da maior concentração de equipamentos contrabando em todo o país. A película centra-se na história de três irmãos — Forrest, Howard e Jack , uma quadrilha de contrabando durante a lei seca, cuja dinastia moonshine no estado americano da Virgínia, no Condado de Franklin é ameaçada pelas autoridades querendo um corte.
Através do exagero da sorte notável e exibe uma frequente  inabalável confiança, e agressão psicótica, os irmãos mais velhos, Forrest e Howard, construíram família com uma reputação assustadora. A força do mito é testada quando um político oportunista arrogante, auto-ódio homofóbico agente da DEA de Chicago, desencadeia um círculo vicioso, para reprimir o comércio ilegal de bebida.
O filme tem um elenco excelente, que inclui Gary Oldman, Guy Pearce, Shia LaBeouf, Tom Hardy, Jason Clarke, Jessica Chastain, Dane DeHaan e Mia Wasikowska. Hardy, Clarke, e LaBeouf  os irmãos Bondurant  “jogam” ao contrabando  que tenta manter sua família unida no amor e no negócio através de ameaças, que incluem a lei, outros contrabandistas .

THE NECESSARY DEATH of CHARLIE COUNTRYMAN

Rupert Grint,  (o Ron Weasley da saga “Harry Potter”)vai estrear-se no novo filme de Frederik Bond, The Necessary Death of Charlie Countryman. O filme estreia em, 2013 e  conta com os atores como Shia LaBeouf, Mads Mikkelsen, Melissa Leo, Buckley James, Vincent D’Onofrio e Evan Rachel Wood.

Depois de dizer que faria cenas de sexo reais em The Nymphomaniac,  Shia LaBeouf conta, em entrevista ao USA Today, que tomou ácido durante as filmagens de The Necessary Death of Charlie Countryman.

“Você pode tomar ácido do jeito [da comédia] Harold & Kumar ou você pode tomar ácido [de verdade]. O que eu sei sobre actuação é que Sean Penn se amarrou de verdade numa cadeira elétrica filmando Os Últimos Passos de um Homem. É esse tipo de cara que eu tenho como modelo”, disse o actor.

A sua lembrança do dia em que experimentou ácido, porém, não é tranquila: “Às vezes a coisa fica real. Fica real demais para quem está tentando manter um set de filmagem diplomático”, disse, sem dar detalhes do que ocorreu no set comandado pelo diretor estreante Fredrik Bond. “Se eu pudesse devolver o dinheiro que já ganhei, pra ter toda a credibilidade do mundo [como ator] que estou buscando, faria isso amanhã, sem pensar”, completa LaBeouf, em referência à sua fama como o protagonista de Transformers.

Escrito por Matt Drake (Project X), o filme tem LaBeouf como Charlie, um tipo normal que se apaixona pela mulher (Evan Rachel Wood) de um chefe da máfia desequilibrado (Mads Mikkelsen) com uma propensão para a violência e um gangue à sua disposição.  O elenco ainda tem Rupert Grint (Harry Potter), Aubrey Plaza (Parks and Recreation), Melissa Leo (O Vencedor) e Til Schweiger (Bastardos Inglórios).

O argumento de Countryman vem do do escriba do Projeto  X , Matt Drake.

AN YOU WILL KNOW US by THE TRAIL of DEAD

Os …And You Will Know Us by the Trail of Dead anunciaram que o seu novo disco sai no dia 23 de Outubro, através da Richter Scale/Superball Music.

O sucessor de “Tao Of Dead“, editado o ano passado, chama-se “Lost Songs” e vai ser o oitavo disco a ser lançado pela banda.  O grupo formado no final de 1994 pelos cantores / guitarristas/bateristas, Jason Reece e Conrad Keely, amigos de longa data que se conheceram no Havaí antes de se estabelecer no viveiro indie de Olympia, WA, afirmaram que a faixa, Up to Infinity,é sobre a guerra civil síria, que desde o início de 2011 vem sendo marcada por mortes em decorrência de protestos contra o ditador Bashar al-Assad. Os integrantes ainda foram mais fundo na questão política, dizendo que esse caso não deveria ser tratado como um problema interno dos sírios, e justificaria uma intervenção da comunidade internacional.

The Trail Of Dead  confirmaram os shows:

Outubro
9 Colchester Arts Centre
10 London Scala
11 Manchester Academy
13 Edinburgh Liquid Rooms
14 York Fibbers
15 Norwich Arts Centre

PURE X

Austin, Texas, Pure X, tocam um ilusorio dreamy noise pop, e primeiro conheceram -se quandofrequentavam a faculdade em San Marcos, Texas, não longe de Austin. O baixista Jesse Jenkins e o baterista Austin Youngblood eram membros da banda, Silver Pines, enquanto o guitarrista e vocalista Nate Grace tocava numa banda d que teve curta duração com Jenkins e lançou um punhado de projetos individuais em casssete. Depois de passar algum tempo viajando, Grace em 2009, convidou Jenkins e Youngblood para uma Jam com ele. Estes encontros casuais primeiro evoluíram numa banda chamada Pure Ecstasy, mas quando os texanos descobriram que havia uma banda na Califórnia usando o mesmo nome, mudaram para Pure X, e lançaram o primeiro album, Pleasure em 2011.

BAND OF HORSES

Emergindo em 2004, os Band of Horses anunciaram o sucessor de Infinite Aims, de 2010, o novo disco Mirage Rock, sairá no dia 18 de Setembro, e foi produzido por Glyn Johns, que já trabalhou em gravações com, The Who, Clash, Led Zeppelin, Traffic, Bob Dylan, The Rolling Stones, Emmylou Harris e Ryan Adams.

O vídeo charmoso e fresco “Knock Knock” segue a antiga escola de documentario sobre a natureza dos Band of Horses. Além da homenagem aos filmes da natureza já extintos – pense-se em Life Aquatic de Steve Zissou- o video “Knock Knock” tem uma abordagem divertida e leve.

THE UNIFIED FIELD ALBUM

Inspirado em parte pelo espírito da serie do jornal Wallace Berman’s Semina (Topanga Canyon ’55–’64), The Unified Field, oferece uma coleção única em edições muito limitadas. Cada edição reúne uma grande variedade de bandas, sob um único tema global. Como o nome indica, o Campo Unificado reunirá elemento-: high / low, academic / primal, word / picture.

Para este lançamento, tem a honra de apresentar:: ISSUE 01 transition. Cada revista prensada em vinil transparente limitada a 500, e numerado há mão, 10 faixas por, Robin Pecknold, Bonnie “Prince” Billy, Amen Dunes, Department of Eagles, entre muitos outros, está disponível em lojas de discos selecionados, bem como em lojas on-line.

Além da componente musical –  as músicas descritas como sendo ” a materia prima  recém-criado vislumbre raro, entre concepção e trabalhos de conclusão” – a publicação de 60 páginas, apresenta peças sobre o tema da “transição”, incluindo uma entrada de diário escrito por West Memphis 3 membro Damien Echols,  passou na prisão 18 anos até  corredor da morte, parte do novo livro de Gloria Steinem, e fotografia de Autumn de Wilde, que documentou Elliott Smith, Beck, e muitos mais artistas.

Mas o que é mais de salientar, os rendimentos vão para uma grande causa: 826 Nacional, um mini organização sem fins lucrativos que servem  miúdos na área da escrita, publicando e  tutoria. (No ano passado, Neko Case ajudou a aumentar fundos para a organização.)

A ARTE EM CD

Mirco Pagano e Moreno de Turco são dois artistas italianos que utilizaram mais de 6 mil cd’s para conseguir estas esculturas. O objectivo era recriar a imagem de músicos famosos a partir dos seus próprios trabalhos editados.

2Os italianos decidiram levantar suas vozes contra a pirataria e elegeram a arte como porta-voz. A dupla desenvolveu uma série de imagens feitas a partir de cds lançados pelos próprios músicos retratados.

Nomes como Bob Marley, Jimi Hendrix, James Brown, Freddie Mercury, Michael Jackson e outros, aparecem em poses dramáticas e deixam transparecer um sentimento de agonia. Seria a suspeita da dor de perder os seus direitos autorais?

A MORTE DO ESQUECIMENTO

Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa – como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?.

As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. É preciso aguentar.

A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se.

Não se pode esquecer alguem antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.

É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.

Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.

Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.

O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar.”

Miguel Esteves Cardoso, in ‘Último Volume’