BRIAN WILSON

218nmzqjnresn8zsLife de Keith Richards em 2010 e o ano passado o Waging Heavy Peace de Neil Young. Daqui a dois anos leremos Brian Wilson. Aguentemos a espera.

A autobiografia I Am Brian Wilson descreverá “pela primeira vez”, lê-se num comunicado publicado no site oficial do músico, “os épicos altos e baixos da sua vida – da relação tumultuosa com o pai, a perda da mãe e irmãos, a sua fobia às actuações ao vivo, as resistências que encontrou para liderar os Beach Boys na fuga à música surf em direcção a inovadores terrenos experimentais, até à sua impressionante recuperação, pessoal e profissional, da dependência de drogas e doença mental com o apoio da segunda mulher, Melinda”.

Em 1991 os Beach Boys eram, naturalmente, ícones da música pop.

Na bibliografia dos Beach Boys já constava uma autobiografia de Brian Wilson. Intitulada Wouldn’t it be Nice, foi publicada em 1991, pouco antes de Wilson se libertar definitivamente de Eugene Landy, personagem controversa que entrou na vida do Beach Boys como terapeuta e que, com o passar do tempo e enquanto enfrentava e vencia a oposição da família, se tornou também parceiro de composição e gestor da fortuna do autor de God only knows

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