DANIELSON

Desde 1994,  que Daniel Smith, lançou o primeiro álbum, adoptou um esquema comunitário de gravação – entrou em estúdio acompanhado da família e dos amigos (em Fetch the compass kids,  2001,  assina como  ‘Danielson Famile’).  Smith escreve canções íntimas e por vezes complexas, que o colocam no mesmo clube de compositores como Jason Lytle (Grandaddy), Mark Linkous (Sparklehorse) e Sufjan Stevens.

O primeiro disco do Danielson em cinco anos, Gloucester County, 2001, inclui uma nova formação de núcleo (incluindo no banjo-toting Sufjan Stevens) mais uma seção horn, Jens Lekman, Serena-Maneesh Emil Nikolaisen e membros dos Soul-Junk, Maple e Cryptacize.

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LIARS

Angus Andrew, Aaron Hemphill, Pat Noecker, e Ron Albertson, gravaram o primeiro álbum,They Threw Us All in a Trench and Stuck a Monument on Top, em 2001. Noecker e Albertson saíram do grupo e Julian Gross foi para a bateria. Esta formação gravam os albums seguintes: They Were Wrong, So We Drowned (2004), Drum’s Not Dead (2005), Liars (2007), Sisterworld (2010), e WIXIW (2012), que tem produção de Daniel Miller, dono e fundador da Mute Records.

SLEEPY SUN

Sleepy Sun Embrace, Começando na comunidade criativa de Santa Cruz, os psych bluesy wanderers Sleepy Sun de San Francisco, mesmo que muitas das suas inspirações mais imediatas não sejam da cidade da Baía, momentos frágil, folk e acid-rock, no seu álbum de estréia, Embrace, incorporam a vibe associada a São Francisco desde a década de 1960.

Também faz todo o sentido que em Embrace, auto-lançado em 2008, e gravado com Colin Stewart, o vigoroso homem por trás das explosões de ruído Black Mountain, a banda foi apanhada para uma maior difusão pela ATP, a boutique do festival de música experimental All Tomorrow’s Parties. A logomarca também é lar de Bardo Pond, a quem Sleepy Sun carregam grande semelhança.