PORTUGAL. THE MAN

Portugal. The Man - Fall, 2008A última vez se que ouviu a pop psicadélica de Portugal the Man a banda tinha sido acabada de ter a sua carrinha roubada no Lollapalooza.

Dois anos depois, o grupo tem boas notícias na forma de um álbum. O primeiro desde In the Mountain in the Cloud, 2011. O próximo Evil Friends, chega 04 de junho através da Atlantic, apresenta 12 canções foi gravado com o produtor Danger Mouse.

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CLEANERS FROM VENUS

b4ed55c8Cleaners From Venus Reissues Captured Tracks Records [2012] Seguindo a linha das reedições dos Cleaners From Venus no Recorde Store Day, a editora Captured Tracks, anunciou a segunda colecção dos British lo-fi pop para 29 de Janeiro 2013, liderados na figura de Martin Newell e do seu colega de banda durante esse tempo, Lol Elliott. As primeiras incluiram, Blow Away Your Troubles, 1981; On Any Normal Monday, 1982; e Midnight Cleaners; 1982.

A próxima série irá incluir, 1983 The Golden Autumn, 1984 Under Wartime Conditions, e 1985 Songs for a Fallow Land, bem como um LP completo de material inédito do início de 1980.

Liderados na figura de Martin Newell e do seu colega de banda durante esse tempo, Lol Elliott, sem dúvida Newell, há muito que tem estabelecido uma carreira contínua de poeta, músico, ensaísta, como uma espécie do primo todo-o-Thames, Billy Childish, reconhecidamente mais escabroso. Mas na sua maneira estranha Newell chegou primeiro onde XTC iriam acabar, uma tensão implícita relaxada permitindo um estranho humor (Monty Python, the Bonzo Dog Band) mal-estar político e alegre, ao invés de melodias frenéticas e refrões para definir um novo rumo. Em esforços posteriores Newell com Cleaners from Venus e outras aventuras continuaria a explorar as possibilidades da gravação pop/rock em casa, assim como outras figuras o fizeram, Chris Knox e R. Stevie Moore.

THE BOOKS

trr207-233x233The Books Detail Retrospective Box Set- Com o titulo The Books “A Dot In Time, na box set de luxo estritamente limitada a 1.000 cópias, estão todos os álbuns originais de estúdio remasterizados em 2011: 2002 Thought for Food, 200 The Lemon of Pink, 2005 Lost and Safe, 2010 The Way Out; um duplo album com o titulo, Music for a French Elevator and Other Oddities, acompanhado por uma drive USB em forma de cassete com todas as músicas de alta qualidade em formato MP3, um DVD de 2 horas Freedom From Expression, com 21 vídeos de música, incluindo seis clips nunca antes lançados pelos The Books, incluindo vários anteriormente vistos apenas em concertos ao vivo, mais 45 faixas raras e inéditas, todas remasterizadas em 2012 exclusivamente para esta versão, e também inclui um livro de 56 páginas com fotos sobre o golfe…..??

A história dos The Books, começou em 2000, quando Nick Zammuto e Paul de Jong se conheceram através de um amigo em Nova York. Compartilhando interesses semelhantes, mas diferentes origens na música acústica e encontraram o som, Zammuto e de Jong experimentam um som com um baque curto oco numa mistura de melodia, eletrônica e atmosférica etérea. Eventualmente, com alguma insistência de Tom Steinle da Tomlab Records, criaram o que se tornaria o seu disco de estréia, Thought for Food, em 2002. O quarto album, Way Out, foi editado na nova label, Temporary Residence em 2010.

Nick Zammuto era uma metade do duo colage pop-experimental, The Books. Ele vive e trabalha nas montanhas verdes de Southern Vermont, onde escreve, faz os albums, as mixagens e as masters dos seus registos numa pequena garagem de um trator, convertida num estúdio. A poucos metros do seu estúdio está a sua casa, que ele projetou e construiu para si, com grandes jardins, onde ele e a sua esposa conseguem fazer crescer a maioria da sua própria comida para os seus três filhos. Este desenho de auto-suficiência e constante inspiração do seu ambiente é sinônimo da sua visão musical, uma declaração sobre o retorno a uma vida em equilíbrio, enquanto, ao mesmo tempo empurra a capacidade da tecnologia de ponta da música para estender a emoção humana, em vez de suprimi-la.

Zammuto marca uma reinvenção profunda no altamente detalhado espirito do género que possivelmente desafiou os seminais albums, The Lemon of Pink e The Way Out. Dado o sucesso “com uma colagem pop- e fundador do projeto experimental, e homónimo album de Nick Zammuto poderia ter confortavelmente estendido esse segmento. Ao contrário, ele fez um registo que é progressivo e voltado para o futuro, intenso e conduzido, com ritmos extremamente variados e melodias. Zammuto “Zammuto” 2012.

FIELD MUSIC

5923Field Music Field Music (Memphis Industries) 2005, vindos de Sunderland, England, o indie/art rock trio, Field Music, é composto pelos irmãos Peter e David Brewis, bem como o fundador / diretor Andrew Moore (que partiu após a gravação de Tones of Town, 2007 ). A sua mistura colorida de melodias dos Beach Boys filtradas através de uma estética pós-rock atraiu comparações com os The New Pornographers e The Futureheads. O baterista Peter Brewis foi membro fundador. Depois de colocar música dos Field Music num hiato e iniciar novas bandas (School of Language for David, the Week That Was for Peter), os irmãos lançaram um novo álbum dos Field Music (Measure) no início de 2010, e Plumb, 2012.

MOE TUCKER – MAGNET

1530721Moe Tucker colaborou com o cantor/compositor Mark Goodman e os seus Magnet no disco de estréia, Don’t Be a Penguin, 2004 na P.C. label “Mark tinha me enviado cartas. Correspondências interessantes. Um dia, uma fita do seu material chegou pelo correio. Ele estava me pedindo para tocar com eles. Eu realmente gostei do que ouvi.”

É importante notar que Goodman e o seu grupo de Washington, DC, tem comparações com Lou Reed, era N.Y.

“Eu gostei das músicas de Mark – tão longe como você pode gostar de alguém apenas pelas suas cartas. Ele parecia aberto e organizado, mas eu não poderia elaborar um cronograma”

Junto com o trabalho numa carreira a solo, Tucker passou os últimos anos abrigada nos projetos relacionados com os Velvet Underground, a reunião de 1993 Euro-tour, Live MCMXCIII, shows separados com membros dos VU, John Cale e Sterling Morrison, e lançou Eat SleepKiss na Rykodisc.

“Foi uma vitrine muito interessante”, diz Tucker da última vez que ela e Morrison tocaram juntos. Em 1994, o seu amigo Morrison – o tipo que a apresentou a Reed e a Cale – morreu.

“Eu não tinha feito nada meu desde que Sterling morreu. Realmente não tinha sido capaz de trabalhar. Eu conhecia-o desde os meus 10 anos. Foi um choque.”

Tucker canta com a ajuda de Goodman em duas ocasiões — “Summer & Winter” e a faixa-título.
O golpe foi atenuado pela oferta de Goodman para ela tocar em Penguin, um disco, vivo tenso, cheio de frieza dramática, rock atmosférico primitivo, quase tribal com o talento da batida de Tucker e a cantar com a ajuda de Goodman em duas ocasiões — “Summer & Winter” e na faixa-título.

Como baterista é algo que ela não fez em quase 30 anos, no canto de cisne, Loaded, 1970(Reed deixando o grupo pouco antes do lançamento, John Cale muito longe da banda, Doug Yule altamente proeminente (lidera e canta em quatro das 10 faixas), e Maureen Tucker ausente em licença de maternidade, este não é um álbum purista dos Velvet Underground).

Como é fácil para uma mulher que não tocava bateria há 30 anos ela diz: “Há um monte de pessoas que à medida que envelhecem ficam mais maduras. Eu não gosto de música suave. I don’t like mellow.

THE SMITHS

ng2276549Quando a política chegou à música dos The Smiths. Os Smiths foram a banda de indie rock britânica dos anos 80, marcaram o fim da synth-driven new wave, e o início do rock de guitarra que dominou English rock nos anos 90. Foi há 28 anos que os The Smiths se estrearam com um álbum homónimo que já revelava marcas fortes da identidade do grupo. Em 1985 que saiu o segundo álbum do grupo de Manchester, ‘Meat Is Muder’, o único que chegou ao número 1 do top de vendas britânico (sem contar com coletâneas).A carreira dos The Smiths foi bastante breve. Apenas quatro álbuns em cinco anos. Desde 1987 que nunca mais se reuniram. No entanto, não deixam de ser um dos nomes mais influentes da cultura popular. O carisma do seu vocalista, Morrissey, e as suas palavras confessionais retratam a desolação interior com dramatismo, e estavam já bem presentes nalgumas destas primeiras canções, como são disso exemplo Pretty Girls Make Graves ou Still Ill.

NICK CURRIE – MOMUS

CIRCUS MAXIMUSMomus “Don’t Stop The Night” Creation Records (1989) hoje reduzido a um estatuto de (discreto e distante) culto, Momus foi outrora um nome de primeira linha no panorama “alternativo” da segunda metade dos anos 80 e inícios dos 90. Projeto de um homem só – ou seja, o escocês Nick Currie – Momus (nome que pisca olho a uma entidade maldita da mitologia grega) foi um nome que surgiu pela primeira vez em meados dos 80, depois de Currie, que havia abandonado a universidade para formar os The Happy Family (com vários ex-elementos dos Joseph K), ter dissolvido o grupo pouco depois da edição do seu primeiro e único álbum.

A bordo da Creation Records (que então começava a juntar um dos mais interessantes dos catálogos independentes da época) editou nos anos seguintes  The Posion Boyfriend (1987) e Tender Pervert (1988) é em Don’t Stop The Night que, em 1989, grava aquele que é (ainda hoje) o seu melhor álbum.

CASS McCOMBS

cassCass McCombs – “Empty Promises”

Cass McCombs tem algumas datas actuando com John Cale, e um novo single feito para o soldado americano envolvido no Wikileaks, “Bradley Manning”.  Hoje colocou na internet em stream  o “Manning” b-side, “Empty Promises”.

12/04 – Portland, OR @ Mission Theatre *
12/06 – Seattle, WA @ Showbox *
12/09 – San Francisco, CA @ Regency Ballroom *
12/11 – Los Angeles, CA @ El Rey *
* w/ John Cale

STILL CORNERS


Inspirado para criar algo novo depois de um encontro casual com a cantora Tessa Murray numa estação de comboio o expatriado americano Greg Hughes formou o quarteto Londrino Still Corners. Com um som que está enraizado de encharcada psicadelia reverbdos anos 60, o quarteto, juntou os membros Leon Dufficy e Luke Jarvis, evoca os experiencias spacy dos Estados Unidos da América, bem como expansivos sons cinematográficos de Ennio Morricone, valendo-se do cinema europeu em busca de inspiração. Em 2011, a banda fez a sua estreia em com o album, Creatures of an Hour, na Sub Pop Records.

SUFJAN STEVENS

Sufjan Stevens Silver & Gold:Songs for Christmas Asthmatic Kitty; 2012, holiday-temático segue-se ás 42 longas canções, a colecção Songs for Christmas, 2006, estende-se 59 faixas em quase três horas. A caixa inclui fold-it-yourself, estrela de papel. E adesivos. Também: tatuagens temporárias e um cartaz. Há um livreto de 80 páginas, também. Tudo o que pode fazer pensar: “Uau, Sufjan é realmente muito obcecado com o Natal.

Cerca de um terço das faixas aqui são originais Sufjan, e a sua música varia de reverente, a intergaláctica, a angélica, positivamente engraçada. Os adesivos e tatuagens incluem um esqueleto / soldado a atirar uma bomba, um panda num suéter de Natal segurando um crâneo humano, e um boneco de neve com uma motosserra em punho. O cartaz mostra um aglomerado a amamentar metade-alien/metade-humano na sua prole alienígena, um monstro marinho, uma coruja robot, um bebé de cigarro com uma garra de lagosta num lado, e Jesus no telefone com uma legenda ao lado dele que diz: “Papá!”

E junto com letras e acordes e insanas fotos de familia cortadas e coladas e o património de um bizarro, excêntrico disco rígido, o livreto apresenta um ensaio de um pastor que conclui assim: “O Advento é, em última análise sobre a morte. O fim está próximo. Você está.. vai morrer. boas festas. “

NANA GRIZOL

Nana Grizol Love It Love It, 2008. Theo Hilton sexteto rock de Athens, GA, Nana Grizol é um doce e brincalhão, um tanto desorganizado que não tem realmente saído da garagem ainda com o seu álbum de estreia, Love It Love It. A obra de arte infantil na capa do álbum, creditado a um “Sam Phillips,” aponta para o DIY, a sensação de uma banda que soa como seus membros aprendessem a tocar os seus instrumentos há cerca de seis meses atrás, eles ainda estão no primeiro ímpeto de entusiasmo em ser músicos e estar numa banda. Chegando com estruturas de acordes rudimentares para apoiar as canções de Hilton, as palavras do cantor ocasionalmente lembram, Jonathan Richman ou Black 47, Larry Kirwan.Em 2010 editaram o segundo album intitulado “Ruth”.

ISLANDS

Islands A Sleep & A Forgetting, 2012. Álbuns nascidos da tristeza normalmente pode ir de duas maneiras: os principais podem chafurdar na sua dor e criarem algo inaudível, difícil de suportar o trabalho ou podem encontrar uma maneira de fazer a sua dor compreensível e universal ao escrever algumas músicas boas, também.

No quarto álbum dos Islands, A Sleep & A Forgetting, Nick Thorburn (membro dos Unicorns, e actual Mister Heavenly – alter- ego Nick Diamonds no album I Am an Attic), lida com a dissolução do seu casamento e as perturbações da sua vida que se seguiram, ao contrário de álbuns anteriores onde suas palavras dançam em torno de significados e emoções, e a música estava cheio de esquisitices e artifícios.

A dor na sua voz simplesmente cantada é evidente desde o início, a angústia nas suas palavras não podem ser ignoradas. As linhas de abertura de “Can’t Feel My Face” -não consigo sentir meu rosto (Eu sinto falta da minha esposa / Sinto falta da minha melhor amiga, todas as noites / Sinto falta da minha casa / Sinto falta da minha própria cama e minha antiga vida”) estão entre os mais tristes, mais óbvio e letras verdadeiras que jamais vais ouvir.

SMITH WESTERNS

Smith Westerns Smith Westerns 2009,e Dye It Blonde, 2011. A banda de Chicago olhando mais teenage kicks, com a sua mistura caseira de garage, glam e punk, chegaram com sua honesta energia juvenil – nenhum dos membros do grupo tinha idade suficiente para comprar uma cerveja quando lançou o primeiro álbum. Westerns Smith foram formados em 2007 por Max Kakacek e Omori Cullen, na época estudantes, do Northside College Preparatory School, Chicago; os dois ficaram ligados ao garage rock 60, através das compilações como a conhecida e excelente Nuggets ou Back from the Grave, e decidiram que era a música que poderiam tocar sem saberem muito sobre a técnica.