DAVID BOWIE – MICK JAGGER

david_bowie-and-mick_jagger-dancing_in_the_street_sgLive Aid, celebrou-se a 13 de Julho de 1985, David Bowie e  Mick Jagger, t ganham uma projecção planetária. Esta parceria, que podemos apelidar de histórica, esteve prevista para acontecer ao vivo no Live Aid, mas devido a problemas técnicos da altura, tal não foi possível. Ambos não desarmaram, encontram-se então num estúdio em Londres e registaram este tema “Dancing in the Street”.

A faixa é uma versão de um tema de Martha and The Vandellas, escrito e composto por Marvin Gaye e William Stevenson, editado pela primeira vez em 1964.

“Dancing In The Street” é lançado em single e maxi-single, no decorrer do ano de 1985, com o intuito de contribuir com receitas para a fundação “Live Aid/Feed the World” criada,  por Bob Geldof.

O single foi um enorme sucesso o Live Aid foi transmitido para todo o mundo via TV, para uma audiência global estimada em mais 2 biliões de espectadores.

O single foi Nº2 na América e Nº5 em Londres, com passagem também pelo top de venda de singles em Portugal.

RIP SCOTT WEILAND

R.I.P. Scott Richard Kline, mais conhecido como Scott Weiland, músico, vocalista e compositor norte-americano, tinha problemas com drogas, passou por várias bandas e gostava de mudar o estilo vocal.

Ex-vocalista do grupo Velvet Revolver, ficou conhecido mundialmente como líder da banda Stone Temple Pilots.

O vocalista de 48 anos foi encontrado sem vida no autocarro de digressão da sua mais recente banda, os Wildabouts.
O músico foi encontrado sem vida na camioneta de digressão da banda com quem se encontrava na estrada, os Wildabouts, em Bloomington, no Minnesota.

scott weiland
Stone Temple Pilots

A notícia começou por ser dada por Dave Navarro (Red Hot Chili Peppers, Jane’s Addiction) no Twitter, numa mensagem mais tarde apagada.

Contudo, a Rolling Stone adianta que o manager de Scott Weiland confirmou a notícia da sua morte, prometendo dar mais informação sobre a mesma hoje, dia 4 de dezembro.

A triste noticia foi pela mulher do cantor, Jamie Weiland, numa breve conversa com o Los Angeles Times. As causas da morte permanecem desconhecidas.

“Não consigo lidar com isto agora. É verdade”, disse a fotógrafa ao jornal norte-americano. O casal conheceu-se em 2011 durante a gravação de um videoclip e estava casado desde 2013.manager do cantor, Tom Victorino, também confirmou a notícia à Associated Press. Através das redes sociais, foi revelado que o cantor morreu em Bloomington durante a digressão dos The Wildabouts, o seu projeto a solo, criado em 2013. Weiland tinha 48 anos.

Nascido a 27 de outubro de 1967, Scott Weiland notabilizou-se nos anos 90, à frente dos Stone Temple Pilots, tendo mais tarde cantado nos Velvet Revolver e lançado também alguns discos a solo. Eram conhecidos os seus problemas de toxicodependência.

Scott Weiland deixa dois filhos, Noah e Lucy, do seu casamento com Mary Forsberg.

THE RESIDENTS 2015 – CHILE + ARGENTINA+ POLONIA+ FRANÇA

the residenst
OFF Festival 2015- Dolina Trzech Stawów Katowice, Polônia
Sexta 7 de agosto de 2015

The Residents perform Shadowland – Forum des Images Paris, França
Terça 8 de setembro de 2015+Quarta 9 de setembro de 2015

The Residents en Chile -Teatro Nescafé de las Artes
Segunda 14 de setembro de 2015

The Residents en Niceto Club- Capital Federal, Argentina
Terça 15 de setembro de 2015

ANDY WARHOL – O DOLAR MAIS CARO 2015

a nota dolar mais cara de sempre-Andy WarholO quadro “One Dollar Bill (Silver Certificate)” [Nota de Um Dólar (Certificado de Prata)], pintado por Andy Warhol em 1962, foi arrematado por 29,4 milhões de euros, o valor de venda mais alto de sempre de uma obra contemporânea num leilão em Londres.

A obra, uma reprodução de uma nota de dólar norte-americano, destaca-se por ser a única pintada à mão pelo artista conhecido pelos seus trabalhos de Pop Art e tinha uma estimativa de entre 18,4 milhões e 25,4 milhões de euros.

WILLIE NELSON NEGOCIANTE DE MARIJUANA

MACONHAAos 81 anos, Willie Nelson abre cadeia de lojas de canábis e lança marca própria.
Willie Nelson ousou mais uma vez em sua vida conturbada, e desta vez a ideia vai além do que se esperava: o cantor vai lançar uma marca própria de maconha, e pretende ter sua fama como principal arma para alavancar as vendas, que acontecerão em lojas especializadas nos Estados Unidos.

Os produtos da Willie’s Reserve serão dignos dos melhores connoisseurs da cannabis e vendidos em lojas próprias nos estados americanos em que o consumo recreativo da planta é legal, como contou o porta-voz da empresa, Michael Bowman, ao site “The Daily Beast”.

A empresa, administrada pela família do músico, vai oferecer uma linha assinada pelo artista, que incluirá uma edição de luxo da droga, além de bongs e vaporizadores, bem como itens de outros produtores que terão que atender a determinados critérios empresariais e ambientais, como uma preocupação com a pegada de carbono deixada, por exemplo. A firma seguirá um modelo “anti-Walmart”, de acordo com o empresário.

“No fim das contas, ele quer estender [para a marca] sua moral e suas convicções pessoais”, disse Bowman. “Então, desde a loja até como eles [os funcionários] vão trabalhar com os fornecedores e como as coisas vão funcionar, tudo isso vai refletir a vida de Willie”.

Considerado uma lenda do Texas, Willie Nelson é defensor da legalização da maconha há décadas e considera a causa uma de suas “paixões”, segundo Bowman.

Leis que legalizam o uso recreativo da maconha já foram aprovadas em Washington, Alasca, Colorado, Oregon e no Distrito de Columbia. Portanto, o processo de legalização da droga vai afetar o número de lojas que a empresa poderá abrir.

Aos 81 anos de idade, Willie Nelson já foi considerado o 77º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone. Sua discografia possui incríveis 67 álbuns.

Desde 2008 espera-se algum novo trabalho de estúdio, mas nenhum foi lançado até então.

GOOGLE CANÇÕES

Google vai começar a publicar letras de canções

O motor de busca já terá começado a contratar pessoal para transcrever e fazer o upload das letras.

Segundo a imprensa internacional, o motor de busca já tem funcionários para transcrever e fazer o upload das letras, que passarão a surgir nos resultados das “pesquisas associadas”.

O Google irá assim competir com os serviços que há muito disponibilizam letras de canções, como os sites Metro Lyrics ou Sing 365, entre outros.

De acordo com alguns relatos, nos Estados Unidos os utilizadores do Google já encontram as letras fornecidas pelo Google quando usam o motor de busca para pesquisar pelas mesmas.

Os resultados do Google aparecem acima do de outros sites dedicados a esclarecer os melómanos sobre o conteúdo lírico das canções.

 

NEGATIVLAND

Sem nomeTHE NEGATIVLAND STORY : Since 1980, the 4 or 5 or 6 Floptops known as Negativland, a performance and recording group based in the San Francisco Bay Area, have been creating records, CDs, video, fine art, books, radio and live performance using appropriated sounds, images, objects, and text. Mixing original materials and original music with things taken from corporately owned mass culture and the world around them, Negativland rearranges these found bits and pieces to make them say and suggest things that they never intended to.
In doing this kind of cultural archaeology and “culture jamming” (a term they coined way back in 1984), Negativland have been sued twice for copyright infringement.

Over the years Negativland’s “illegal” collage and appropriation-based audio and visual works have touched on many things – pranks, media hoaxes, advertising, media literacy, religion, the evolving art of collage, the bizarre banality of suburban existence, creative anti-corporate activism in a media-saturated and multinational world, file sharing, intellectual property issues, wacky surrealism, evolving notions of art and ownership and law in a digital age, and artistic and humorous observations of mass media and mass culture.

While it is true that, after being sued, Negativland became more publicly involved in advocating significant reforms of our nation’s copyright laws (more recently finding themselves being brought to Washington DC and Capitol Hill as citizen lobbyists for
copyright and art issues), Negativland are artists first and activists second. All of their art and media interventions have intended to pose both serious and silly questions about the nature of sound, media, control, ownership, propaganda and perception in the United States of America. Their work is now referenced and taught in many college courses in the US, has been written about and mentioned in over 150 books (including “No Logo” by Naomi Klein, “Media Virus” by Douglas Rushkoff, and various biographies of the band U2), cited in legal journals, and they often lecture about their work here and in Europe.

Since 1981, Negativland and an evolving cast of characters have operated “Over The Edge,” a weekly radio show on KPFA-FM in Berkeley, California. “Over The Edge” continues to broadcast three hours of live, found-sound mixing every Thursday at midnight, West Coast time, also streamed online. In 1995 they released a 270-page book with 72-minute CD entitled “Fair Use: The Story of the Letter U and the Numeral 2,” documenting their infamous four-year long legal battle over their 1991 release of an audio piece entitled “U2”. They were the subjects of Craig Baldwin’s 1995 feature documentary “Sonic Outlaws” and created the soundtrack and sound design for Harold Boihem’s 1997 documentary film “The Ad And The Ego,” an excellent in-depth look into the hidden agendas of the corporate ad world and the ways that we are affected by advertising. In 2004 Negativland worked with Creative Commons to write the “Creative Commons Sampling License,” an alternative to existing copyrights that is now widely used by many artists, writers, musicians, film makers, and websites.

In 2005, they released the elaborately packaged “No Business” (with CD, 15,000-word essay, and custom-made whoopie cushion), and debuted “Negativlandland” – a large visual art show of over 80 pieces of their “fine art” works, videos, home-made electronic devices, and a life-sized animatronic Abe Lincoln robot, at New York City’s Gigantic Art Space. That art exhibit continues to change and evolve and has traveled around the country, showing in Los Angeles, Seattle, Minneapolis, Houston, and Richmond, VA.

In 2007, Negativland released “Our Favorite Things,” a feature-length DVD collection of their many years of collaborative film work, and in 2008 they surprised themselves and everybody else by putting out a toetapping all-songs project of one member’s compositions called “Negativland Presents Thigmotactic,” and they continue to occasionally visit Washington DC as citizen lobbyists.

More recently, Negativland has been performing a show of radically new audio-visual versions of many Negativland fan-favorites that have never before been heard live. Negativland’s current performance project, entitled “Content!,” finds them teaming up with electronic musician Wobbly, and “live cinema” video artist Steev Hise, to create a visual and sonic performance that reinvents favorite past and present dialog cut-ups, while showcasing Negativland’s homemade electronic noise-making devices that they call “Boopers,” and relying heavily on group improvisation.

And in 2014, for their first new audio release in six years, “It’s All In Your Head” finds the group tackling their biggest subject ever: God. This ambitious and densely-crafted double CD is packaged inside an actual King James Holy Bible which has been appropriately repurposed into a “found” art object. Negativland mixes found music, found sound, found dialogue, guest personalities and original electronic noises into a compelling and thoughtful musical essay on monotheism, Christianity, Islam, Judaism, neuroscience, suicide bombers, 9/11, colas, war, shaved chimps, and the all-important role played by the human brain in our beliefs. The audio is presented as a live radio broadcast
(modeled after the “Over The Edge” radio program).

This theater-of-the-mind project has been assembled from basic tracks recorded live in front of blindfolded studio audiences, and documents the unique style of live collage performances that Negativland has been presenting on stages, and on radio, since the formation of the group in 1980.

Negativland is interested in unusual noises and images (especially ones that are found close at hand), unusual ways to restructure such things and combine them with their own music and art, and mass media transmissions which have become sources and subjects for much of their work. Negativland covets insightful humor and wackiness from anywhere, lowtech approaches whenever possible, and vital social targets of any kind. Foregoing ideological preaching, but interested in side effects, Negativland is like a subliminal cultural sampling service concerned with making art about everything we aren’t supposed to notice.

About “It’s All In Your Head”: Negativland’s new album, “It’s All In Your Head”, finds the group tackling their biggest subject ever: why humans believe in God. Millennia-in-development, this ambitious and densely-crafted double CD is packaged inside an actual Holy Bible which has been appropriately repurposed into a “found” art object.

“It’s All In Your Head” intends to entertain, inform, and provoke. On the CDs, Negativland mixes found music, found sound, found dialogue, guest personalities and original electronic noises into a compelling and thoughtful musical essay that looks at monotheism, Christianity, Islam, Judaism, neuroscience, suicide bombers, 9/11, colas, war, shaved chimps, and the all-important role played by the human brain in our beliefs. Reading the attached Bible is optional.

The audio is presented as a live radio broadcast, modeled after Negativland’s weekly “Over the Edge” radio program on KPFA-FM in Berkeley, CA. This theater-of-the-mind project has been carefully crafted from basic tracks recorded live in front of blindfolded studio audiences, and documents the unique style of live collage performances that Negativland has been presenting on stages, and on radio, since the formation of the group in 1980.

Since its previous album release six years ago, Negativland has kept busy with its weekly radio program, lectures, art gallery shows and live performances in the U.S. and Europe. Currently in the works are several different studio albums, including Negativland’s all-electronic “Booper Symphonies,” two brand new “Over the Edge” album releases, more art shows, and a new touring live show called “Content!” with upcoming performances at festivals such as Bumbershoot, All Tomorrow’s Parties, and Moogfest.

NEGATIVLAND ALBUMS, BOOKS, DVDS AND ART SHOWS

Albums and EPs
1980 Negativland
1981 Points
1983 A Big 10-8 Place
1984 Over The Edge Vol. 1: JamCon ’84
1985 Over The Edge Vol. 1 1/2: The Starting Line with Dick Goodbody
1986 Over The Edge Vol. 2: Pastor Dick: Muriel’s Purse Fund
1987 Escape From Noise
1989 Helter Stupid
1989 Over The Edge Vol. 3: The Weatherman’s Dumb Stupid Come-out Line
1990 Over The Edge Vol. 4: Dick Vaughn’s Moribund Music of the 70’s
1991 “U2” (EP)
1992 “Guns” (EP)
1993 Over The Edge Vol. 5: Crosley Bendix: The Radio Reviews
1993 Over The Edge Vol. 6: The Willsaphone Stupid Show
1993 Free
1994 Over The Edge Vol. 7: Time Zones Exchange Project
1995 Over The Edge Vol. 8: Sex Dirt
1995 Dead Dog Records (as part of the “Fair Use” book)
1997 “Truth In Advertising” (EP)
1997 Dispepsi
1998 “Happy Heroes” (EP)
1999 “The ABCs of Anarchism” [with Chumbawamba] (EP)
2002 Deathsentences of the Polished and Structurally Weak (Book and CD)
2005 No Business (Book and CD)
2008 Negativland Presents Thigmotactic
2014 It’s All In Your Head

DVDs
1989 No Other Possibility (as part of A Big 10-8 Place reissue)
2007 Our Favorite Things

Books
1995 Fair Use:The Story of the Letter U and the Numeral 2
2002 Deathsentences of the Polished and Structurally Weak
2005 No Business

Compilations and Remixes
1984 Yogi Cometbus Audiocassette Magazine – “Seventy Dreams”
1985 Local International – “One Through Twenty”
1987 Northern California Is A Noisy Place, Indeed – “Paul McCartney’s Penis”
1987 Objekt 3 – “Radio Advertising”
1987 Zamizdat Trade Journal – “General Cavendish”
1987 Unsound Magazine “Play It Again”
1987 Potatoes – “Perfect Scrambled Eggs”
1987 Mashed Potatoe – “A Mashed Version Of Potatoes”
1990 Live At The Knitting Factory Volume Three – “You Must Choose”
1992 Bob’s Media Ecology² – “Tribal Mandate”
1997 Resonance Magazine – “Fast Talk”
1998 Staalplaat’s “The Sound of Music 3” CD – “The Weatherman’s Big 10-8 Doof”
1999 Knitting On The Roof – “Tevye’s Dream”
2000 Hate People Like Us – “What’s Music?”
2001 Yo-Yo A Go-Go 1999 – “The Immortal Words Of Casey Kasem”
2002 Tracks From The Best Dance Albums Of All Time – “Christianity Is Stupid”
2003 Ikebana: A Tribute to Merzbow – “An Actual Attack”
2003 Dubtometry – “Asphalt”
2006 Musicworks – “No Business” / “Favorite Things” / “It’s All In Your Head FM” (Rehearsal)

Retrospective Art Shows
2013 “Our Favorite Things” Ghost Print Gallery, Richmond, VA
2012 “Our Favorite Things” La Luz De Jesus, Los Angeles, CA
2010 “Our Favorite Things” Nau-haus Gallery, Houston, TX
2006 “Negativlandland” Creative Electric Studios, Minneapolis, MN
2006 “Negativlandland” Consolidated Works, Seattle, WA
2005 “Negativlandland” Gigantic Art Space, New York, NY

Other Art Shows in US and Europe
2010 “Thigmotactic” Sean Pace Gallery, Asheville NC
2010 “Dead Fingers Talk: The Influence of William Burroughs” IMT Gallery, London, England
2009 “Motion Graphics Festival” Chicago IL, Boston MA, Atlanta GA, Austin TX
2007 “In Appropriations” Gulf Coast University Museum, Ft. Myers, FL
2007 “Madonna and Child” Madison County Arts Council, Marshall, NC
2007 “Homegrown” Southeastern Center of Contemporary Arts, NC
2007 “System Error” Siena, Italy
2007 Sonar, Barcelona, Spain
2006 Scope Art Basel, Miami FL
2006 “Illegal Art” Art & Culture Center of Hollywood, FL
2006 “Illegal Art” Pacific NW College of Art, Portland, OR
2005 Projections on Side of World Intellectual Property Organization Building Geneva, Switzerland
2004 “Co-lage” Matthews Gallery, Tampa FL
2004 “Illegal Art” In These Times, Chicago
2004 “Illegal Art” Resource Center for Activism and Art, Washington DC
2004 “Illegal Art” SF MOMA, San Francisco, CA
2003 “Illegal Art” CBGB Gallery, New York, NY
2002 “Version 2.0” Chicago MOMA, Chicago IL
2002 Shack Obscura Van De Griff-Marr Gallery Santa Fe, NM
2002 “Deathsentences” Cornish College, Seattle, WA
2002 “The New Gatekeepers” Columbia University School Of Journalism, New York, NY
2001 “Pixelplunder” year01.com, 2001 Toronto Canada

LOU REED TRANSPLANTE HEPATICO

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O músico Lou Reed esteve a morrer e recupera de um transplante hepático, contou a mulher Laurie Anderson numa entrevista ao jornal de Londres The Times em que a artista de performance partilhou aspectos da sua carreira e da sua vida, antes de confessar: “Tenho passado muito tempo em Cleveland nas últimas semanas. O meu marido foi submetido a uma grande cirurgia, que correu muito bem.”

A partir daí, a história: a lenda do rock americano e estrela dos Velvet Underground, com 71 anos, já retomou a actividade e a prática de tai chi mas passou mal antes da intervenção em Cleveland, no Ohio, onde ele próprio escolheu ser operado. Antes, cancelara uma série de concertos em Abril.

“Foi grave. Ele estava a morrer”, disse Laurie Anderson, 65 anos, com quem Lou Reed vive há 21 anos e está casado há cinco. “Julgo que ele nunca vai recuperar totalmente disto, mas certamente voltará a fazer [coisas] nos próximos meses.”

Lou Reed e Anderson estão juntos há 21 anos, mas só se casaram há cinco anos.

Anderson também falou de sua admiração pelo esquema de transplante do hospital de Cleveland. “Você envia dois aviões – um para o doador, um para o destinatário. Você traz o doador vivo. É uma façanha tecnológica. Eu estava completamente apavorada, mas acho que certas coisas da tecnologia são profundamente inspiradoras.”

Lou Reed, que nunca escondeu a sua dependência do álcool e de drogas, escreveu em 1992: “Tentei deixar o álcool e as drogas. Não consegui.”

THE NATIONAL

sorrowThe National tocam a música “Sorrow” ao vivo por seis horas seguidas, no domingo (5 de maio) em Nova York. A banda tocou a faixa de High Violet varias vezes em colaboração com o artista Ragnar Kjartansson chamada A Lot Of Sorrow. A ideia partiu do artista islandês Ragnar Kjartansson: uma banda tocando a mesma canção – no caso, o The National com “Sorrow”, de “High Violet” – durante seis horas, no Moma (Museu de Arte Moderna de Nova Iorque).

Feitas as contas, a banda norte-americana, que em breve lança o novo “Trouble Will Find Me”, interpretou a mesma canção 105 vezes (com o baterista Bryan Devendorf ausentado-se numa delas).

Na página de Facebook, a banda comentou, brincando: “Para o encore, The National tocam ‘Sorrow’.” O setlist de uma faixa é retratado.

O show aconteceu no PS1 Moma em Long Island City, Nova York. Um comunicado de imprensa da galeria diz: “Ao esticar uma única música pop num dia inteiro o tour de force do artista continua as suas explorações sobre o potencial da performance repetitiva para produzir presença escultural dentro do som.”

E continua: “Como em todas as performances de Kjartansson, a idéia por trás de A Lot of Sorrow é desprovida de ironia, mas cheio de humor e emoção É uma outra busca para encontrar o cómico e o trágico e vice-versa.”.

No mês passado, The National tocaram duas músicas do seu próximo e sexto álbum de estúdio Trouble Will Find Me, no Late Night With Jimmy Fallon.

A ideia da “experiência” era “explorar o potencial de uma performance repetitiva para produzir uma presença escultural, através do som”.

QUEENS OF STONE AGE

queePrimeiro show depois de um hiato de quase um ano e meio, os Queens of the Stone Age apresentaram em Março, no Lollapalooza, a canção My god is the sun. A música faz parte do novo disco da banda. … Like Clockwork, de 2013.

É a primeira vez que a banda se apresentou na cidade de São Paulo. O grupo já havia se apresentado em Itu, no SWU, em 2010, e no Rock in Rio, em 2001. “São Paulo é uma cidade grande demais, é difícil defini-la de cara”, disse Josh Homme, líder dos Queens.

Hávia boatos sobre uma possível participação de Homme no show dos Pearl Jam (31 Março), mas ele desconversa: “Só quero vê-los ao vivo. E ajudar o Eddie (Vedder) a beber todo aquele vinho que ele leva para o palco”.

O novo álbum da banda já tem diversas participações especiais confirmadas, entre elas Trent Reznor (dos Nine Inch Nails) e Dave Grohl (do Foo Fighters). “Dave volta a tocar bateria nesse disco”, adianta Homme. Grohl tocou o instrumento no disco de 2002, Songs for the Deaf.

Já este mês revelaram as canções “I Sat By the Ocean” e “If I Had a Tail” num concerto na rádio Brussel, na Bélgica.
Depois de ter apresentado “My God is the Sun” em abril e, mais recentemente, “I Appear Missing”, a banda lança assim mais duas amostras do novo álbum, “… Like Clockwork”, que vai sair em junho.

ALLEN GINSBERG – JOE STRUMMER

ginsbergclash1(Allen Ginsberg, Joe Strummer e Mick Jones do Clash. Foto: Hank O’Neal)

Allen Ginsberg (1926-1997) fez alguns trabalhos junto com a banda. Ginsberg contou que estava ouvindo muito punk rock na época e acabou sendo apresentado a Joe Strummer (1952-2002), líder dos Clash, de quem se tornou amigo.

Comunista de pai e mãe, admirador de Che Guevara, a quem dedicou um poema, o poeta beat bem que tentou pertencer a algum tipo de regime de esquerda, que foi conhecer in loco, tanto na América Central quanto no Leste europeu, acabou sendo expulso de Cuba e da antiga Tchecoslováquia porque era um libertário avant la lettre: homossexual (teve um companheiro por mais de 40 anos), entusiasta do amor livre, da descriminalização da maconha e do pacifismo, obviamente não estava a fim de se calar sobre o que pensava em nenhuma parte, muito menos no seu país natal, os Estados Unidos.

Ginsberg era a personificação do livre pensador, gente que costuma incomodar governos, não importa a ideologia reinante.
Com os The Clash, Allen Ginsberg gravou ao vivo na lendária turnê no Bonds Club em Times Square, Nova York, no ano de 1981, o poema Capitol Air, acompanhado pela banda, onde ilustra a sua ira à tirania, da direita à esquerda, e onde acaba por contar a história do mundo naquele período, com críticas absurdamente atuais ao capitalismo.

No último disco dos Clash, Combat Rock, de 1982, Allen Ginsberg recita poemas e um mantra durante a performance da canção Ghetto Defendant, que escreveu em co-autoria com Joe Strummer.

I dont’t like the government where I live
I dont’t like dictatorship of the Rich
I don’t like bureaucrats telling me what to eat
I don’t like Police dogs sniffing around my feet

I don’t like Communist Censorship of my books
I don’t like Marxists complaining about my books
I don’t like Castro insulting members of my sex
Leftists insisting we got the mystic Fix

I don’t like Capitalists selling me gasoline Coke
Multinationals burning Amazon trees to smoke
Big Corporation takeover media mind
I don’t like the Top-bananas that’re robbing Guatemala banks blind

I don’t like the K.B.G. Gulag concentration camps
I don’t like the Maoists’ Cambodian Death Dance
15 Million were killed by Stalin Secretary of Terror
He has killed our old Red Revolution for ever

I don’t like Anarchists screaming Love is Free
I don’t like the C.I.A. they killed John Kennedy
Paranoiac tanks sit in Prague and Hungary
But I don’t like counterrevolution paid for by the C.I.A.

Tyranny in Turkey or Korea Nineteen Eighty
I don’t like Right Wing Death Squad Democracy
Police State Iran Nicaragua yesterday
Laissez-faire please Government keep your secret police offa me

I don’t like Nationalist Supremacy White or Black
I don’t like Narcs & Mafia marketing Smack
The General bullying Congress in his tweed vest
The President building his Armies in the East & West

I don’t like Argentine police Jail torture Truths
Government Terrorist takeover Salvador news
I don’t like Zionists acting Nazi Storm Troop
Palestine Liberation cooking Israel into Moslem soup

I don’t like the crown’s Official Secrets Act
You can get away with murder in the Government that’s a fact
Security cops teargassing radical kids
In Switzerland or Czechoslovakia God Forbidss…

BRIAN WILSON

218nmzqjnresn8zsLife de Keith Richards em 2010 e o ano passado o Waging Heavy Peace de Neil Young. Daqui a dois anos leremos Brian Wilson. Aguentemos a espera.

A autobiografia I Am Brian Wilson descreverá “pela primeira vez”, lê-se num comunicado publicado no site oficial do músico, “os épicos altos e baixos da sua vida – da relação tumultuosa com o pai, a perda da mãe e irmãos, a sua fobia às actuações ao vivo, as resistências que encontrou para liderar os Beach Boys na fuga à música surf em direcção a inovadores terrenos experimentais, até à sua impressionante recuperação, pessoal e profissional, da dependência de drogas e doença mental com o apoio da segunda mulher, Melinda”.

Em 1991 os Beach Boys eram, naturalmente, ícones da música pop.

Na bibliografia dos Beach Boys já constava uma autobiografia de Brian Wilson. Intitulada Wouldn’t it be Nice, foi publicada em 1991, pouco antes de Wilson se libertar definitivamente de Eugene Landy, personagem controversa que entrou na vida do Beach Boys como terapeuta e que, com o passar do tempo e enquanto enfrentava e vencia a oposição da família, se tornou também parceiro de composição e gestor da fortuna do autor de God only knows

CASS McCOMBS

CassMcCombsCatacombsCass McCombs iria regressar a Portugal para um concerto no Teatro Maria Matos, em Lisboa. Depois da última passagem pelo nosso país, num concerto inserido no Vodafone Mexefest no Porto, McCombs vem a Lisboa, a 3 de Maio, desta vez em registo acústico.

Da programação do Maria Matos fazem ainda parte MYRNINEREST a 13 de Abril, William Basinski a 11 de Maio, e o português Peixe a 21 de Junho, que irá apresentar, na companhia de convidados muito especiais, álbum a solo Apneia.

Cass McCombs, que tinha concertos agendados para Famalicão e Lisboa, em Maio, cancelou ambas das datas. O motivo, segundo o músico, foi uma queda de skate que o obriga a estar de repouso.

O Teatro Maria Matos, onde o músico iria atuar a 3 de Maio, avisou que a devolução do preços dos bilhetes será feita na sua bilheteira.