R.I.P. CHRIS SQUIRE

chris-squireMorre Chris Squire, fundador da banda Yes, era o único integrante da formação original do grupo. O fundador e baixista do Yes, Chris Squire, faleceu na manhã deste domingo (28). O músico estava se submetendo a um tratamento em Phoenix, Estados Unidos, tentando lutar contra a leucemia, mas acabou não resistindo.

Geoff Downes dos Yes, e dos Asia, (keyboard player, composer, sports analyst, political commentator, international ambassador, music buff, computer nerd) usou o Twitter, o público e os fãs ficaram sabendo da triste notícia e na página oficial da banda, a informação foi confirmada.

Chris era o único integrante da formação original dos Yes e tinha 67 anos.
Cheguei a ver os YES no coliseu do porto, 23-2-200. Estava a ouvir radio na altura, e concorri a um passatempo. Acertei na pergunta, e fui levantar o bilhete ao Porto. Quando lá cheguei, ainda me perguntaram se tinha namorada, ou esposa, eu disse que sim. Ofereceram outro bilhete. Ainda os tenho.Lembro-me do concerto, cenicamente impressionante, e do excelente jogo de luzes.

O regresso ao nosso país em 2011– actuaram em 1999 no Pavilhão Atlântico e no Coliseu do Porto – de Jon Anderson, Steve Howe, Chris Squire, Rick Wakeman e Alan White acontece no âmbito da ‘35th Aniversary Tour’ que, tal como o título indica, se destina a comemorar a carreira do grupo formado em 1968, em Londres. A digressão teve início a 15 de Abril nos Estados Unidos e chega à Europa a 2 de Junho. ‘House of Yes: Yes Live From House of Blues’ (2000) é, ainda, o mais recente álbum dos autores de ‘Owner Of A Lonely Heart’, cujo primeiro disco, homónimo, foi lançado em 1969.
Tocam juntos desde 1968, foram considerados os pioneiros do rock progressivo e são uma das mais importantes bandas de todos os tempos. Os Yes estiveram em Portugal, dia 3 de Novembro, e a Renascença é a rádio oficial deste grande concerto, no Coliseu de Lisboa.
Será que comprou um álbum dos Yes só para ouvir vezes sem conta o clássico “Owner of a Lonely Heart”? E quantas vezes é que pôs o volume do rádio no máximo por causa de “Love Will Find a Way”?
Estes são apenas alguns dos clássicos desta banda que, desde a sua formação em Londres em 1968, já editou 21 álbuns de estúdio, o último dos quais “Fly From Here”, em Junho desse ano.
O grupo londrino lançou, também, 9 álbuns ao vivo que fazem jus ao que se diz sobre a qualidade dos seus concertos: intensos, envolventes e cenicamente impressionantes.

É CARO UM COPO ÁGUA – LOLLAPALOOZA 2015

Quem estiver empolgado para ir ao Lollapalooza 2015, terá que separar uma quantia extra de dinheiro bem alta se quiser consumir bebidas no local, pois um simples copo com água custará absurdos R$ 5, valor 66,6% maior que na edição anterior. Já a cerveja aumentou 11%, e custará R$ 10, enquanto o refrigerante sofreu uma inflação de 50%, e passou de R$ 5 para R$ 7,50.

Os três preços subiram acima da inflação no Brasil. A inflação nos últimos doze meses, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi de 7,7%.

O Lollapalooza vai contar uma moeda própria, o Lolla Mango. Só com ela o público poderá comprar lanches e bebidas no Chef Stage, em quiosques e em foodtrucks. O Lolla Mango vale R$ 2,50. A cerveja custa 4 mangos, ou R$ 10 (chopp de 400 ml ou Skol Senses de 269 ml), o refri 3 mangos, ou R$ 7,50 (lata) e a água 2 mangos, ou R$ 5 (copo 300 ml). Veja a lista completa de preços de bebidas e alimentos no festival.

Programação

O festival que acontece em 28 e 29 de março no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, tem como principais atrações Jack White, Pharrell Williams, Robert Plant, Calvin Harris, Skrillex, The Smashing Pumpkins, Foster the People e Bastille.

O Lolla Day, ingresso que dá direito a apenas um dia do festival, custa R$ 340 (inteira) e R$ 170 (meia-entrada).

WILLIE NELSON NEGOCIANTE DE MARIJUANA

MACONHAAos 81 anos, Willie Nelson abre cadeia de lojas de canábis e lança marca própria.
Willie Nelson ousou mais uma vez em sua vida conturbada, e desta vez a ideia vai além do que se esperava: o cantor vai lançar uma marca própria de maconha, e pretende ter sua fama como principal arma para alavancar as vendas, que acontecerão em lojas especializadas nos Estados Unidos.

Os produtos da Willie’s Reserve serão dignos dos melhores connoisseurs da cannabis e vendidos em lojas próprias nos estados americanos em que o consumo recreativo da planta é legal, como contou o porta-voz da empresa, Michael Bowman, ao site “The Daily Beast”.

A empresa, administrada pela família do músico, vai oferecer uma linha assinada pelo artista, que incluirá uma edição de luxo da droga, além de bongs e vaporizadores, bem como itens de outros produtores que terão que atender a determinados critérios empresariais e ambientais, como uma preocupação com a pegada de carbono deixada, por exemplo. A firma seguirá um modelo “anti-Walmart”, de acordo com o empresário.

“No fim das contas, ele quer estender [para a marca] sua moral e suas convicções pessoais”, disse Bowman. “Então, desde a loja até como eles [os funcionários] vão trabalhar com os fornecedores e como as coisas vão funcionar, tudo isso vai refletir a vida de Willie”.

Considerado uma lenda do Texas, Willie Nelson é defensor da legalização da maconha há décadas e considera a causa uma de suas “paixões”, segundo Bowman.

Leis que legalizam o uso recreativo da maconha já foram aprovadas em Washington, Alasca, Colorado, Oregon e no Distrito de Columbia. Portanto, o processo de legalização da droga vai afetar o número de lojas que a empresa poderá abrir.

Aos 81 anos de idade, Willie Nelson já foi considerado o 77º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone. Sua discografia possui incríveis 67 álbuns.

Desde 2008 espera-se algum novo trabalho de estúdio, mas nenhum foi lançado até então.

R.I.P. JOHN RENBOURN

renbournWe were sad to hear of the death of John Renbourn, the English guitarist, songwriter and co-founder of the seminal folk group Pentangle.

Renbourn, who was 70, had been due to play a gig at the Ferry in Glasgow on Wednesday evening (25) with fellow artist Wizz Jones, and after friends grew concerned by his non-appearance, police found him at his home yesterday morning, where he is believed to have died of a heart attack. “He was just larger than life,” his longtime manager Dave Smith told the Guardian newspaper.

“Game for anything. He was just finishing off a tour with Wizz Jones, and was looking forward to the next. He was always putting himself down as a teacher and running weekend workshops all over Europe, where he would have students come and learn from him.”

Renbourn made his first recordings as a solo artist, debuting with a self-titled album for the important British independent label Transatlantic in 1965.

This was the record that established his recording relationship with fellow British troubadour Bert Jansch, who played on the album and co-wrote two songs for it with his colleague. They followed this a year later with the full collaboration ‘Bert and John.’

In 1967, Renbourn and Jansch became co-founders of Pentangle, each on vocals and guitar, with singer Jacqui McShee, double bassist Danny Thompson and drummer Terry Cox. Their 1968 debut album ‘The Pentangle,’ also on Transatlantic, reached No. 21 during the UK’s progressive folk boom of that era, and the group reached the height of their popularity with 1969’s ‘Basket Of Light,’ which reached No. 5. Pentangle recorded regularly until 1972 and made further albums in the 1980s and ‘90s, reuniting again in 2007 when they were given a Lifetime Achievement award at the BBC Radio 2 Folk Awards.

Renbourn, meanwhile, continued to amass a distinguished body of solo work, on such albums as ‘The Lady and the Unicorn,’ in 1970, ‘The Hermit’ in 1976 and ‘The Nine Maidens’ in 1996. He also collaborated on several occasions with Stefan Grossman, and his most recent album was the delightful 2011 acoustic release ‘Palermo Snow.’

“A good deal of what I play has been the result of listening and learning from other musically inclined types,” wrote Renbourn on his website. “I’ve made a lot of friends along the way and music has proved more than enough to captivate my simple mind. I’ve been lucky enough to hook up with kindred spirits since stepping out into the world, well, before even — just about all the family played something and sang, that was the norm.” Fellow artists who posted tweets about Renbourn’s passing included Matthews herself, who described him as a “loving, lovely man,” and Barb Jungr, who said “Goodbye, beautiful musician,” while writer Ian Rankin said simply “What a guitarist.”

MORRERAM OS PENTANGLE

John Renbourn, guitarrista da banda de folk Pentangle, morre aos 70 anos Segundo o ‘Guardian’, músico cultuado foi encontrado morto em casa. Ele misturava jazz, blues e rock, além de usar instrumentos indianos.

O aclamado guitarrista John Renbourn, membro fundador do popular grupo de folk progressivo Pentangle na década de 1960, morreu aos 70 anos, informou a mídia britânica na sexta-feira (27).

Renbourn não apareceu em um show que iria fazer e, depois, a polícia o encontrou morto em sua casa, na Escócia, disse o jornal “The Guardian”.

Mais conhecido por suas colaborações com o amigo guitarrista Bert Jansch, que morreu em 2011, Renbourn ajudou a criar uma nova forma de música popular, misturando jazz, blues e rock e, em algumas variações, incorporando instrumentos indianos, como os tambores tabla.

O estilo é também conhecido como folk-jazz e folk-barroco. Renbourn foi um dos cinco membros originais do Pentangle, ao lado de Jansch, a cantora Jacqui McShee, o baixista Danny Thompson e o baterista Terry Cox.

No seu auge, a banda lotava grandes espaços para shows, como o Royal Festival Hall, em Londres, o Carnegie Hall, em Nova York, e o Newport Jazz Festival.

Depois de deixar o Pentangle no início de 1970, Renbourn teve uma carreira de sucesso como artista solo, trabalhando com outros artistas e com a sua banda The John Renbourn Group.

R.I.P. DAEVID ALLEN

17278192Aqueles que tiveram a sorte de ver Daevid Allen com Gong ou Soft Machine nunca vão esquecer a experiência. Prog rock com toques de jazz, humor, loucura e tudo freakiness round, num momento em que ser um anormal foi à maneira dele.

Infelizmente Daevid Allen faleceu como foi confirmado pelo seu filho, Orlando Allen na segunda-feira; o inovador, e excêntrico musico tinha 77 anos de idade.

“And so dada Ali, bert camembert, the dingo Virgin, divided alien and his other 12 selves prepare to pass up the oily way and back to the planet of love. And I rejoice and give thanks,” he wrote. “Thanks to you dear dear daevid for introducing me to my family of magick brothers and mystic sisters, for revealing the mysteries, you were the master builder but now have made us all the master builders. As the eternal wheel turns we will continue your message of love and pass it around. We are all one, we are all gong. Rest well my friend, float off on our ocean of love. The gong vibration will forever sound and its vibration will always lift and enhance. You have left such a beautiful legacy and we will make sure it forever shines in our children and their children. Now is the happiest time of yr life. Blessed be.”

Em fevereiro, á algumas semanas atrás Allen havia anunciado que teria seis meses de vida, após o cancro se ter espalhado para o pulmão.

“Eu não estou interessado em operações cirúrgicas sem fim e na verdade ele veio como um alívio saber que o fim está à vista. Sou um grande crente em ‘A Vontade de como as coisas são “, e também acredito que chegou a hora de parar de resistir, de negar, e render-me à maneira como ele é”.

Allen, um cidadão australiano, nascido em 1938, a quem foi recusada a entrada de volta para o Reino Unido a partir de França em 1967, terminou o seu breve mandato com os Soft Machine. Destemido, formou um novo grupo, Gong, e o primeiro álbum com esse nome foi Magick Brother, lançado em 1970.

Allen e a sua parceira, poeta Gilli Smyth, entoou as suas observações incisivas e chamadas à ação da contracultura como ‘mudar o mundo ‘, ao longo de um guisado orgânico de instrumentos em grande parte acústicos e percussão.

Um ano depois veio o brilhante, Camembert Electrique, veia mais psicadélica e progressiva do que o seu antecessor, incluiu a primeira menção da Radio Gnome Invisible, as suas transmissões a partir do Planeta Gong.

O álbum foi lançado originalmente no selo francês BYG Actuel em 1971, mas a recém-formada Virgin Records adquiriu os direitos em 1973. E num movimento que ganhou a exposição considerável do grupo, a Virgin vendeu por £0.49, o preço de um single.

Gong chegou ao conhecimento de famoso e lendário John Peel, que gravou sessões no seu influente programa de rádio.

Allen levou o motim da corrida imaginação com Radio Gnome Invisible Parte 1 – The Flying Bule, também lançado em BYG e alugado para a Virgin. O guitarrista Steve Hillage, que havia tocado nos Egg e nos Khan, foi convocado para a banda, junto como sintetizador de Tim Blake (aka Hi T Moonweed), acrescentando mais um sentido ‘cósmico’ à música.

Angel’s Egg, gravado mais tarde, em 1973, foi mais eclético do que o seu antecessor. E incluía elementos de be-bop e soundingchanson gálico. Este mundo de som deslumbrante foi explorado mais plenamente em You, o capítulo final da trilogia, lançado em 1974.

Enquanto Allen oferece menos, mas ainda assim dizer, as contribuições vocais e líricas, no jogo coletivo da banda, tinha atingido um novo patamar.

R.I.P. STEVE STRANGE

4106Morreu o artista galês, Steve Strange, aos 55 anos, na quinta-feira, 12, fevereiro 2015, vítima de um ataque cardíaco, em Sharm el-Sheikh, no Egito.

«Steve morreu durante o sono de ataque cardíaco. A família, membros da banda e amigos ainda estão perturbados com a notícia repentina da morte prematura», previne o texto.

Os Visage foram uma banda new wave formada em 1978 que acabou associada ao movimento dos neo-românticos. Existiram até 1984 para regressar duas décadas mais tarde em 2004.

O cantor e ícone da cultura pop londrina, conhecido como um pioneiro do movimento New Romantic, Steve Strange, foi vocalista da banda britânica dos anos 1980 Visage, conhecida pelo tema “Fade to Grey”.

Ficou tão conhecido pela sua actividade criativa como pelo que desencadeou à sua volta. Numa autobiografia publicada em 2006 abordou, para além da música, alguns dos temas mais polémicos à volta da sua vida como a sexualidade, o vício da heroína e ainda alguns pequenos crimes que cometeu.

Strange, cujo nome verdadeiro era Steven John Harrington, nasceu no País de Gales. O cantor começou a interessar-se por música depois de assistir a um concerto dos Sex Pistols, em 1976.

Pouco a pouco, foi-se envolvendo na agitação musical de Londres, até criar The Blitz Club. A sua banda, Visage, lançou-se com o single “Fade To Grey”, que chegou ao topo das listas dos mais vendidos em vários países.

Depois do album de estreia homónio, de 1980, o grupo editou mais três de originais e um de versões orquestrais, este último em 2014.

PRIMAVERA SOUND 2015, PORTO

primavera soundInterpol, Anthony and the Johnsons, Underworld, The Replacements, Death Cab for Cutie, Belle Sebastian e Caribou são as bandas que integram o cartaz do Nos Primavera Sound que se realiza no Porto de 04 a 06 de Junho.

O NOS Primavera Sound deu a conhecer o cartaz completo da sua quarta edição, onde para além de Patti Smith, com a interpretação integral de “Horses”, e o regresso aos palcos do grupo de culto Ride, estarão outros artistas que passarão pelo Parque da Cidade, no Porto, de 4 a 6 de Junho.

Este Primavera Sound pode não ter cabeças-de-cartaz com o quilate dos Blur ou Nick Cave, uma bomba como Kendrick Lamar mas tem uma classe média alta de luxo capaz de democratizar atenções. E no final se verá quem gerou maiores ondas de entusiasmo populares e mais riqueza para a organização.

Entre os artistas confirmados, destacam-se os nova-iorquinos Interpol, o concerto exclusivo de Antony and the Johnsons, os britânicos Underworld a desbravar “dubnobasswithmyheadman” e a veterana formação de Minneapolis, The Replacements.

Bandas marcantes da actualidade como Run The Jewels, autores de um dos melhores discos de 2014, o r b súbtil da britânica FKA twigs, os escoceses Belle Sebastian com um novo álbum na bagagem, o projecto de Dan Snaith, Caribou, a mítica banda de rock industrial Einstürzende Neubauten, liderada por Blixa Bargeld, e os americanos Death Cab For Cutie também vão actuar na cidade do Porto.

“A sensibilidade pop de Damien Rice, a visão hipnótica do rock de Jason Pierce a bordo de Spiritualized, o pujante e histriónico Mac DeMarco e a união luso-brasileira da Banda do Mar, onde converge o talento de Marcelo Camelo e de Mallu Magalhães, são nomes que sobressaem igualmente no cartaz do próximo NOS Primavera Sound.

Também os aguerridos Foxygen, o ex-Sonic Youth Thurston Moore, o pop vitamínico dos canadianos The New Pornographers, a simplicidade das canções de José González, o irresistível funk electrónico dos estreantes JUNGLE e o acarinhado músico português Manel Cruz são algumas das propostas que brilham no cartaz”, refere a nota de imprensa.

Pelo Parque da Cidade passarão também as guitarras dos Electric Wizard, Pallbearer, Shellac, HEALTH ou com as recentemente reunidas Babes In Toyland; com a electrónica de The Juan MacLean (live), Roman Flügel e Marc Piñol; com artistas de carreiras contrastantes como Sun Kil Moon, Giant Sand, Dan Deacon e Baxter Dury; com propostas fulgurantes da actualidade como Movement, Ex Hex, Ought e Viet Cong.

Acrescente-se a esta lista nomes como Kevin Morby (ex The Babies), o compositor multi-instrumentalista Bruno Pernadas, o experimentalismo de Pharmakon e The KVB, o pop kiwi de Twerps, as guitarras redondas de Mikal Cronin, Xylouris White (a união entre a bateria de Jim White, dos Dirty Three, e o alaúde de George Xylouris), a sonoridade ecléctica da libanesa Yasmine Hamdan, e os britânicos Younghusband, filiados à editora ATP.

A programação foi distribuida da seguinte forma:
Quinta-feira, dia 04 de Junho:

Bruno Pernadas, Caribou, FKA twigs, Interpol, The Juan MacLean (live), Mac DeMarco, Mikal Cronin, Patti Smith acoustic/spoken
Sexta-feira, dia 05 de Junho:

Antony and the Johnsons, Ariel Pink, Banda do Mar, Belle Sebastian, Electric Wizard, Giant Sand, José González JUNGLE, Marc Piñol, Movement, Pallbearer, Patti Smith Band perform Horses, The Replacements, Run The Jewels, Spiritualized, Sun Kil Moon, Twerps, Viet Cong, Yasmine Hamdan, Younghusband
Sábado, dia 06 de Junho:

Babes In Toyland, Baxter Dury, Damien Rice, Dan Deacon, Death Cab For Cutie, Einstürzende Neubauten, Ex Hex, Foxygen, HEALTH, Kevin Morby, The KVB, Manel Cruz, The New Pornographers, Ought, Pharmakon, Ride, Roman Flügel, Shellac, The Thurston Moore Band, Underworld dubnobasswithmyheadman live, Xylouris White

O passe geral para o NOS Primavera Sound 2015 pode ser adquirido pelo preço promocional de 90euros até dia 25 de Fevereiro.
A partir de quinta-feira, dia 26, passa a estar disponível a 105euros nos locais habituais.

Também o Fã Pack FNAC 2015 está disponível pelo preço promocional de 90euros até dia 25 de Fevereiro. Inclui o passe geral de acesso ao festival, o livro oficial da edição de 2014 e um kit de boas vindas que será entregue no balcão exclusivo FNAC na entrada do recinto.

R.I.P. EDGAR FROESE

10610563_821990157842108_6601025904753972170_nMorreu Edgar Froese, líder e membro fundador dos Tangerine Dream, no passado dia 20, aos 70 anos, vítima de uma embolia pulmonar.

A notícia do óbito do músico alemão foi dada pelo seu filho, Jerome Froese, também ele parte integrante do grupo, que partilhou um comunicado no Facebook oficial da banda: «Queridos amigos e colegas, o Capitão abandonou o navio… Peço desculpa por vos informar que o meu pai Edgar Froese faleceu na tarde da passada terça-feira (20 de Janeiro) em Viena. Como já devem saber: a vida não toca encores. Descansa em paz, vamos ter saudades tuas».

Edgar Froese, pioneiro de música electrónica com o seu projecto Tangerine Dream, era já o único membro fundador da banda a dar-lhe continuidade. Todavia, álbuns como «Alpha Centauri» (1971) e, especialmente, «Phaedra» (1974), marcaram para sempre a banda dentro do panorama da música electrónica e krautrock.

Os Tangerine Dream têm – até aviso do contrário – concerto marcado para o dia 11 de Abril, na Casa da Música, no Porto.

ADULT JAZZ

ADULT JAZZApós elogios da crítica pelo seu single de estreia Springful / Am Gone em janeiro, os Adult Jazz anunciaram o seu álbum de estreia em agosto de 2014, através do seu próprio selo Thought Spare.

Adult Jazz, são quatro (Harry Burgess, Tom Howe, Tim Slater e Steven Wells) e vêm deLeeds. Desde o primeiro single Springful publicado no início deste ano, e ao ouvir Gist It, disco de estreia do quarteto inglês logo me vem a cabeça comparações com An Awesome Wave, disco de estreia dos também ingleses Alt-J. 

Não pelo fato de serem dois artistas britânicos ou destes serem os seus primeiros álbuns, mas pela sonoridade que muitos consideraram“inclassificável”, pop e jazz com  palavras a desencadear imagens igualmente sedutoras e a voz, um timbre de freestyle desinibida.

Se Alt-J são um dos pontos de comparação, bandas como Wild Beasts, Dirty Projectors e Maps & Atlases podem entrar nessa lista também. Estilos como Prog-Jazz, Folk e Dream Pop engrossam o caldo estilistico.

Se os Wild Beast são um pouco divindades tutelares, meio-irmãos de a tudo tudo, os descendentes Alt-J, os cativantes Glass Animals, o encontro de American Football com Local Natives, ou Cosmo Sheldrake e Febueder aqueles que ainda estão nas sombras, os Adult Jazz são os que até agora têm empurrado para além da complexidade rítmica, muitas vezes de se aventurarem em vórtices de polirritmia, no entrelaçamento proezasvocais e estruturas em forma livre.

R.I.P. KIM FOWLEY

Kim Fowley (21 de julho de 1939- 15 de janeiro de 2015).

Kim Fowley, o lendário empresário e produtor musical e conhecido nos bastidores do rock como o produtor que lançou a banda The Runaways, de Joan Jett, morreu na quinta-feira (15), aos 75 anos, após uma longa batalha contra um cancro na bexiga.

Depois do fim da banda The Runaways, fez de sucesso duas outras bandas: Kiss e Alice Cooper.

Kim Fowley na década de 1960 também foi artista em nome próprio, tendo editado o seu primeiro álbum, “Love Is Alive and Well”, em 1967. Mas antes, em 1965, escreveu e produziu uma música sobre a experiência psicadélica, “The Trip”, que saiu como single.

Mais tarde surgiu como apresentador no primeiro álbum dos Mothers of Invention de Frank Zappa, “Freak Out!”. Outros singles de Fowley como artista solo incluem “Animal Man”, retirado do seu álbum de 1968 “Outrageous”.

Todos os seus discos como artista viraram obras de culto, com constantes reedições e edições piratas. Em 1969 Kim Fowley produziu o álbum “I’m Back and I’m Proud” de Gene Vincent e co-escreveu o tema-título para o primeiro álbum solo de Warren Zevon, “Wanted Dead or Alive”.

Kim Fowley colaborou ainda com o seu amigo Skip Battin num grande número de canções, durante a passagem deste pelos The Byrds como baixista, tendo algumas aparecido no álbum de 1970, “Untitled”, e nos LP de 1971, “Byrdmaniax” e “Farther Along”, com “America’s Great National Pastime”, deste último, a ser lançada como single.
Em 1973 Kim Fowley produziu as gravações das músicas “At the Hop”, “Louie Louie” e “She’s So Fine”, dos Flash Cadillac & The Continental Kids, para o filme “American Graffiti”. Também co-escreveu canções para os Kiss, Helen Reddy, Alice Cooper, Leon Russell e Kris Kristofferson. Gravou ainda com Jonathan Richman & The Modern Lovers, tendo essas gravações sido editadas em 1981 como “The Original Modern Lovers”; os temas produzidos por Kim Fowley não foram incluídos na versão original do álbum “The Modern Lovers”, mas alguns foram incluídos nas suas posteriores reedições em CD.

Em 1974 Kim Fowley colocou um anúncio no fanzine local “Who Put the Bomp”, à procura de artistas do sexo feminino. Queria formar um grupo feminino, que ele pudesse produzir e que interpretasse as suas canções, mas ninguém respondeu ao anúncio. Em 1975 conheceu a guitarrista adolescente Joan Jett, que ambicionava formar uma banda só de raparigas.

E menos de duas semanas mais tarde cruzou-se com a baterista Sandy West, de 15 anos de idade, no exterior do Rainbow Bar and Grill em Hollywood, na Califórnia, que lhe contou da sua vontade em formar uma banda feminina depois de ter tocado em vários grupos só com rapazes.

Este encontro levou Kim Fowley a dar a West o número de telefone de Joan Jett. As duas conheceram-se e na semana seguinte já estavam a tocar juntas na casa de West. Muito pouco tempo depois Fowley recrutou Lita Ford, Cherie Currie e Jackie Fox – ficaram assim formadas as The Runaways.

Apesar de Kim Fowley ter produzido alguns dos seus álbuns e de ter contribuído com letras para músicas, foi a banda a principal responsável pela criação da sua música. O grupo cortou os laços com Fowley em 1977.

 

R.I.P. Tangerine Dream’s Edgar Froese

R.I.P. Tangerine Dream’s Edgar Froese
In a truly sad bit of news, Edgar Froese, the legendary founder of German electronic music pioneers Tangerine Dream, has passed away after suffering a pulmonary embolism. He was 70 years old.

The band’s influence spanned genres and decades: Along with the likes of Kraftwerk, Can, and Neu!, they were pivotal in the development of the experimental electronic-rock hybrid known as krautrock. Later they had a major impact on ambient and new age music and helped define the spacey Berlin school of electronic music. Tangerine Dream’s music lent itself to movie soundtracks, so Froese scored numerous films ranging from the Tom Cruise romp Risky Business to the vampire Western Near Dark. Froese was active up until the present day; Tangerine Dream recently contributed the score for Grand Theft Auto V. His impact on modern music is incalculable.

News of the musician’s death was shared via the group’s Facebook page today (January 23), with the post confirming that Froese had died “suddenly and unexpectedly” in Vienna on Tuesday (January 20).

“The sadness in our hearts is immensely [sic],” the post reads. “Edgar once said: ‘There is no death, there is just a change of our cosmic address.’ Edgar, this is a little comfort to us.”

Froese formed Tangerine Dream in 1967, following the breakup of his psych-rock outfit the Ones. Over the years, Froese had produced an absurdly prolific catalogue of experimental electronic music with a revolving cast of supporting players. Debut LP Electronic Meditation was a Krautrock-leaning tape collage experiment, while landmark effort Phaedra was an expansive exploration of modular synth work, ambient tones and drones. The group’s last studio LP was 2014’s Chandra – The Phantom Ferry Part II.

Edgar Froese, the founder of pioneering electronic band Tangerine Dream, has died at the age of 70. According to Tangerine Dream’s Facebook page, Froese passed away “suddenly and unexpectedly” from the effects of a pulmonary embolism. He was residing in Vienna, Austria.

A native of West Berlin, Froese founded Tangerine Dream in 1967 and remained the band’s only constant member through its six decade existence. The band is well known for its mammoth creative output, having released over 100 albums in addition to scoring countless movie film scores and soundtracks.

Alongside fellow German outfits like Kraftwerk and Can, Tangerine Dream was a torchbearer of the Krautrock genre. In the 1970s, Froese began experimenting with new studio techniques, including sequencers and the Moog synthesizer. It was during these years that Tangerine Dream experienced the height of its critical and commercial success, as 1973’s Atem was crowned album of the year by influential UK DJ John Peel, and 1974’s Phaedra reached No. 15 on the UK charts.

For many, Tangerine Dream is familiar for its soundtrack work in films including Sorcerer, Risky Business, Firestarter, Flashpoint, and The Keep. More recently, Froese scored the video game Grand Theft Auto V.

Froese remained active up until his death: In June, Tangerine Dream released a new studio album entitled Chandra – The Phantom Ferry Part II.

GOOGLE CANÇÕES

Google vai começar a publicar letras de canções

O motor de busca já terá começado a contratar pessoal para transcrever e fazer o upload das letras.

Segundo a imprensa internacional, o motor de busca já tem funcionários para transcrever e fazer o upload das letras, que passarão a surgir nos resultados das “pesquisas associadas”.

O Google irá assim competir com os serviços que há muito disponibilizam letras de canções, como os sites Metro Lyrics ou Sing 365, entre outros.

De acordo com alguns relatos, nos Estados Unidos os utilizadores do Google já encontram as letras fornecidas pelo Google quando usam o motor de busca para pesquisar pelas mesmas.

Os resultados do Google aparecem acima do de outros sites dedicados a esclarecer os melómanos sobre o conteúdo lírico das canções.