R.I.P. STEVE STRANGE

4106Morreu o artista galês, Steve Strange, aos 55 anos, na quinta-feira, 12, fevereiro 2015, vítima de um ataque cardíaco, em Sharm el-Sheikh, no Egito.

«Steve morreu durante o sono de ataque cardíaco. A família, membros da banda e amigos ainda estão perturbados com a notícia repentina da morte prematura», previne o texto.

Os Visage foram uma banda new wave formada em 1978 que acabou associada ao movimento dos neo-românticos. Existiram até 1984 para regressar duas décadas mais tarde em 2004.

O cantor e ícone da cultura pop londrina, conhecido como um pioneiro do movimento New Romantic, Steve Strange, foi vocalista da banda britânica dos anos 1980 Visage, conhecida pelo tema “Fade to Grey”.

Ficou tão conhecido pela sua actividade criativa como pelo que desencadeou à sua volta. Numa autobiografia publicada em 2006 abordou, para além da música, alguns dos temas mais polémicos à volta da sua vida como a sexualidade, o vício da heroína e ainda alguns pequenos crimes que cometeu.

Strange, cujo nome verdadeiro era Steven John Harrington, nasceu no País de Gales. O cantor começou a interessar-se por música depois de assistir a um concerto dos Sex Pistols, em 1976.

Pouco a pouco, foi-se envolvendo na agitação musical de Londres, até criar The Blitz Club. A sua banda, Visage, lançou-se com o single “Fade To Grey”, que chegou ao topo das listas dos mais vendidos em vários países.

Depois do album de estreia homónio, de 1980, o grupo editou mais três de originais e um de versões orquestrais, este último em 2014.

PRIMAVERA SOUND 2015, PORTO

primavera soundInterpol, Anthony and the Johnsons, Underworld, The Replacements, Death Cab for Cutie, Belle Sebastian e Caribou são as bandas que integram o cartaz do Nos Primavera Sound que se realiza no Porto de 04 a 06 de Junho.

O NOS Primavera Sound deu a conhecer o cartaz completo da sua quarta edição, onde para além de Patti Smith, com a interpretação integral de “Horses”, e o regresso aos palcos do grupo de culto Ride, estarão outros artistas que passarão pelo Parque da Cidade, no Porto, de 4 a 6 de Junho.

Este Primavera Sound pode não ter cabeças-de-cartaz com o quilate dos Blur ou Nick Cave, uma bomba como Kendrick Lamar mas tem uma classe média alta de luxo capaz de democratizar atenções. E no final se verá quem gerou maiores ondas de entusiasmo populares e mais riqueza para a organização.

Entre os artistas confirmados, destacam-se os nova-iorquinos Interpol, o concerto exclusivo de Antony and the Johnsons, os britânicos Underworld a desbravar “dubnobasswithmyheadman” e a veterana formação de Minneapolis, The Replacements.

Bandas marcantes da actualidade como Run The Jewels, autores de um dos melhores discos de 2014, o r b súbtil da britânica FKA twigs, os escoceses Belle Sebastian com um novo álbum na bagagem, o projecto de Dan Snaith, Caribou, a mítica banda de rock industrial Einstürzende Neubauten, liderada por Blixa Bargeld, e os americanos Death Cab For Cutie também vão actuar na cidade do Porto.

“A sensibilidade pop de Damien Rice, a visão hipnótica do rock de Jason Pierce a bordo de Spiritualized, o pujante e histriónico Mac DeMarco e a união luso-brasileira da Banda do Mar, onde converge o talento de Marcelo Camelo e de Mallu Magalhães, são nomes que sobressaem igualmente no cartaz do próximo NOS Primavera Sound.

Também os aguerridos Foxygen, o ex-Sonic Youth Thurston Moore, o pop vitamínico dos canadianos The New Pornographers, a simplicidade das canções de José González, o irresistível funk electrónico dos estreantes JUNGLE e o acarinhado músico português Manel Cruz são algumas das propostas que brilham no cartaz”, refere a nota de imprensa.

Pelo Parque da Cidade passarão também as guitarras dos Electric Wizard, Pallbearer, Shellac, HEALTH ou com as recentemente reunidas Babes In Toyland; com a electrónica de The Juan MacLean (live), Roman Flügel e Marc Piñol; com artistas de carreiras contrastantes como Sun Kil Moon, Giant Sand, Dan Deacon e Baxter Dury; com propostas fulgurantes da actualidade como Movement, Ex Hex, Ought e Viet Cong.

Acrescente-se a esta lista nomes como Kevin Morby (ex The Babies), o compositor multi-instrumentalista Bruno Pernadas, o experimentalismo de Pharmakon e The KVB, o pop kiwi de Twerps, as guitarras redondas de Mikal Cronin, Xylouris White (a união entre a bateria de Jim White, dos Dirty Three, e o alaúde de George Xylouris), a sonoridade ecléctica da libanesa Yasmine Hamdan, e os britânicos Younghusband, filiados à editora ATP.

A programação foi distribuida da seguinte forma:
Quinta-feira, dia 04 de Junho:

Bruno Pernadas, Caribou, FKA twigs, Interpol, The Juan MacLean (live), Mac DeMarco, Mikal Cronin, Patti Smith acoustic/spoken
Sexta-feira, dia 05 de Junho:

Antony and the Johnsons, Ariel Pink, Banda do Mar, Belle Sebastian, Electric Wizard, Giant Sand, José González JUNGLE, Marc Piñol, Movement, Pallbearer, Patti Smith Band perform Horses, The Replacements, Run The Jewels, Spiritualized, Sun Kil Moon, Twerps, Viet Cong, Yasmine Hamdan, Younghusband
Sábado, dia 06 de Junho:

Babes In Toyland, Baxter Dury, Damien Rice, Dan Deacon, Death Cab For Cutie, Einstürzende Neubauten, Ex Hex, Foxygen, HEALTH, Kevin Morby, The KVB, Manel Cruz, The New Pornographers, Ought, Pharmakon, Ride, Roman Flügel, Shellac, The Thurston Moore Band, Underworld dubnobasswithmyheadman live, Xylouris White

O passe geral para o NOS Primavera Sound 2015 pode ser adquirido pelo preço promocional de 90euros até dia 25 de Fevereiro.
A partir de quinta-feira, dia 26, passa a estar disponível a 105euros nos locais habituais.

Também o Fã Pack FNAC 2015 está disponível pelo preço promocional de 90euros até dia 25 de Fevereiro. Inclui o passe geral de acesso ao festival, o livro oficial da edição de 2014 e um kit de boas vindas que será entregue no balcão exclusivo FNAC na entrada do recinto.

R.I.P. EDGAR FROESE

10610563_821990157842108_6601025904753972170_nMorreu Edgar Froese, líder e membro fundador dos Tangerine Dream, no passado dia 20, aos 70 anos, vítima de uma embolia pulmonar.

A notícia do óbito do músico alemão foi dada pelo seu filho, Jerome Froese, também ele parte integrante do grupo, que partilhou um comunicado no Facebook oficial da banda: «Queridos amigos e colegas, o Capitão abandonou o navio… Peço desculpa por vos informar que o meu pai Edgar Froese faleceu na tarde da passada terça-feira (20 de Janeiro) em Viena. Como já devem saber: a vida não toca encores. Descansa em paz, vamos ter saudades tuas».

Edgar Froese, pioneiro de música electrónica com o seu projecto Tangerine Dream, era já o único membro fundador da banda a dar-lhe continuidade. Todavia, álbuns como «Alpha Centauri» (1971) e, especialmente, «Phaedra» (1974), marcaram para sempre a banda dentro do panorama da música electrónica e krautrock.

Os Tangerine Dream têm – até aviso do contrário – concerto marcado para o dia 11 de Abril, na Casa da Música, no Porto.

ADULT JAZZ

ADULT JAZZApós elogios da crítica pelo seu single de estreia Springful / Am Gone em janeiro, os Adult Jazz anunciaram o seu álbum de estreia em agosto de 2014, através do seu próprio selo Thought Spare.

Adult Jazz, são quatro (Harry Burgess, Tom Howe, Tim Slater e Steven Wells) e vêm deLeeds. Desde o primeiro single Springful publicado no início deste ano, e ao ouvir Gist It, disco de estreia do quarteto inglês logo me vem a cabeça comparações com An Awesome Wave, disco de estreia dos também ingleses Alt-J. 

Não pelo fato de serem dois artistas britânicos ou destes serem os seus primeiros álbuns, mas pela sonoridade que muitos consideraram“inclassificável”, pop e jazz com  palavras a desencadear imagens igualmente sedutoras e a voz, um timbre de freestyle desinibida.

Se Alt-J são um dos pontos de comparação, bandas como Wild Beasts, Dirty Projectors e Maps & Atlases podem entrar nessa lista também. Estilos como Prog-Jazz, Folk e Dream Pop engrossam o caldo estilistico.

Se os Wild Beast são um pouco divindades tutelares, meio-irmãos de a tudo tudo, os descendentes Alt-J, os cativantes Glass Animals, o encontro de American Football com Local Natives, ou Cosmo Sheldrake e Febueder aqueles que ainda estão nas sombras, os Adult Jazz são os que até agora têm empurrado para além da complexidade rítmica, muitas vezes de se aventurarem em vórtices de polirritmia, no entrelaçamento proezasvocais e estruturas em forma livre.

R.I.P. KIM FOWLEY

Kim Fowley (21 de julho de 1939- 15 de janeiro de 2015).

Kim Fowley, o lendário empresário e produtor musical e conhecido nos bastidores do rock como o produtor que lançou a banda The Runaways, de Joan Jett, morreu na quinta-feira (15), aos 75 anos, após uma longa batalha contra um cancro na bexiga.

Depois do fim da banda The Runaways, fez de sucesso duas outras bandas: Kiss e Alice Cooper.

Kim Fowley na década de 1960 também foi artista em nome próprio, tendo editado o seu primeiro álbum, “Love Is Alive and Well”, em 1967. Mas antes, em 1965, escreveu e produziu uma música sobre a experiência psicadélica, “The Trip”, que saiu como single.

Mais tarde surgiu como apresentador no primeiro álbum dos Mothers of Invention de Frank Zappa, “Freak Out!”. Outros singles de Fowley como artista solo incluem “Animal Man”, retirado do seu álbum de 1968 “Outrageous”.

Todos os seus discos como artista viraram obras de culto, com constantes reedições e edições piratas. Em 1969 Kim Fowley produziu o álbum “I’m Back and I’m Proud” de Gene Vincent e co-escreveu o tema-título para o primeiro álbum solo de Warren Zevon, “Wanted Dead or Alive”.

Kim Fowley colaborou ainda com o seu amigo Skip Battin num grande número de canções, durante a passagem deste pelos The Byrds como baixista, tendo algumas aparecido no álbum de 1970, “Untitled”, e nos LP de 1971, “Byrdmaniax” e “Farther Along”, com “America’s Great National Pastime”, deste último, a ser lançada como single.
Em 1973 Kim Fowley produziu as gravações das músicas “At the Hop”, “Louie Louie” e “She’s So Fine”, dos Flash Cadillac & The Continental Kids, para o filme “American Graffiti”. Também co-escreveu canções para os Kiss, Helen Reddy, Alice Cooper, Leon Russell e Kris Kristofferson. Gravou ainda com Jonathan Richman & The Modern Lovers, tendo essas gravações sido editadas em 1981 como “The Original Modern Lovers”; os temas produzidos por Kim Fowley não foram incluídos na versão original do álbum “The Modern Lovers”, mas alguns foram incluídos nas suas posteriores reedições em CD.

Em 1974 Kim Fowley colocou um anúncio no fanzine local “Who Put the Bomp”, à procura de artistas do sexo feminino. Queria formar um grupo feminino, que ele pudesse produzir e que interpretasse as suas canções, mas ninguém respondeu ao anúncio. Em 1975 conheceu a guitarrista adolescente Joan Jett, que ambicionava formar uma banda só de raparigas.

E menos de duas semanas mais tarde cruzou-se com a baterista Sandy West, de 15 anos de idade, no exterior do Rainbow Bar and Grill em Hollywood, na Califórnia, que lhe contou da sua vontade em formar uma banda feminina depois de ter tocado em vários grupos só com rapazes.

Este encontro levou Kim Fowley a dar a West o número de telefone de Joan Jett. As duas conheceram-se e na semana seguinte já estavam a tocar juntas na casa de West. Muito pouco tempo depois Fowley recrutou Lita Ford, Cherie Currie e Jackie Fox – ficaram assim formadas as The Runaways.

Apesar de Kim Fowley ter produzido alguns dos seus álbuns e de ter contribuído com letras para músicas, foi a banda a principal responsável pela criação da sua música. O grupo cortou os laços com Fowley em 1977.

 

R.I.P. Tangerine Dream’s Edgar Froese

R.I.P. Tangerine Dream’s Edgar Froese
In a truly sad bit of news, Edgar Froese, the legendary founder of German electronic music pioneers Tangerine Dream, has passed away after suffering a pulmonary embolism. He was 70 years old.

The band’s influence spanned genres and decades: Along with the likes of Kraftwerk, Can, and Neu!, they were pivotal in the development of the experimental electronic-rock hybrid known as krautrock. Later they had a major impact on ambient and new age music and helped define the spacey Berlin school of electronic music. Tangerine Dream’s music lent itself to movie soundtracks, so Froese scored numerous films ranging from the Tom Cruise romp Risky Business to the vampire Western Near Dark. Froese was active up until the present day; Tangerine Dream recently contributed the score for Grand Theft Auto V. His impact on modern music is incalculable.

News of the musician’s death was shared via the group’s Facebook page today (January 23), with the post confirming that Froese had died “suddenly and unexpectedly” in Vienna on Tuesday (January 20).

“The sadness in our hearts is immensely [sic],” the post reads. “Edgar once said: ‘There is no death, there is just a change of our cosmic address.’ Edgar, this is a little comfort to us.”

Froese formed Tangerine Dream in 1967, following the breakup of his psych-rock outfit the Ones. Over the years, Froese had produced an absurdly prolific catalogue of experimental electronic music with a revolving cast of supporting players. Debut LP Electronic Meditation was a Krautrock-leaning tape collage experiment, while landmark effort Phaedra was an expansive exploration of modular synth work, ambient tones and drones. The group’s last studio LP was 2014’s Chandra – The Phantom Ferry Part II.

Edgar Froese, the founder of pioneering electronic band Tangerine Dream, has died at the age of 70. According to Tangerine Dream’s Facebook page, Froese passed away “suddenly and unexpectedly” from the effects of a pulmonary embolism. He was residing in Vienna, Austria.

A native of West Berlin, Froese founded Tangerine Dream in 1967 and remained the band’s only constant member through its six decade existence. The band is well known for its mammoth creative output, having released over 100 albums in addition to scoring countless movie film scores and soundtracks.

Alongside fellow German outfits like Kraftwerk and Can, Tangerine Dream was a torchbearer of the Krautrock genre. In the 1970s, Froese began experimenting with new studio techniques, including sequencers and the Moog synthesizer. It was during these years that Tangerine Dream experienced the height of its critical and commercial success, as 1973’s Atem was crowned album of the year by influential UK DJ John Peel, and 1974’s Phaedra reached No. 15 on the UK charts.

For many, Tangerine Dream is familiar for its soundtrack work in films including Sorcerer, Risky Business, Firestarter, Flashpoint, and The Keep. More recently, Froese scored the video game Grand Theft Auto V.

Froese remained active up until his death: In June, Tangerine Dream released a new studio album entitled Chandra – The Phantom Ferry Part II.

GOOGLE CANÇÕES

Google vai começar a publicar letras de canções

O motor de busca já terá começado a contratar pessoal para transcrever e fazer o upload das letras.

Segundo a imprensa internacional, o motor de busca já tem funcionários para transcrever e fazer o upload das letras, que passarão a surgir nos resultados das “pesquisas associadas”.

O Google irá assim competir com os serviços que há muito disponibilizam letras de canções, como os sites Metro Lyrics ou Sing 365, entre outros.

De acordo com alguns relatos, nos Estados Unidos os utilizadores do Google já encontram as letras fornecidas pelo Google quando usam o motor de busca para pesquisar pelas mesmas.

Os resultados do Google aparecem acima do de outros sites dedicados a esclarecer os melómanos sobre o conteúdo lírico das canções.

 

THE RESIDENTS

dusseldorfThe Residents @ Duesseldorf, ZAKK 4.5.2014

Setlist:

Rabbit Habit
Fever Dreams
Golden Guy
“The Butcher” Movie
Herman The Human Mole
Harry The Head
Benny The Bump
“The Libertine” Movie
They Are The Meat
Judas Saves
“The Garbage Man” Movie
Blue Rosebuds
Weightlifting Lulu
“The Diver” Movie
Easter Woman
My Second Wife
Loss Of Innocence
“The Model’s Mother” Movie
Betty’s Body
Caring
Mickey Macaroni
“The Engineer” Movie
Is He Really Bringing Roses
Mellon Collie Lassie
Hard And Tenderly / Mr X
Ship Of Fools (from “Our Finest Flowers”)

The Making Of The Soul (excerpt)
Fourty Four
Outro Music

NEGATIVLAND

Sem nomeTHE NEGATIVLAND STORY : Since 1980, the 4 or 5 or 6 Floptops known as Negativland, a performance and recording group based in the San Francisco Bay Area, have been creating records, CDs, video, fine art, books, radio and live performance using appropriated sounds, images, objects, and text. Mixing original materials and original music with things taken from corporately owned mass culture and the world around them, Negativland rearranges these found bits and pieces to make them say and suggest things that they never intended to.
In doing this kind of cultural archaeology and “culture jamming” (a term they coined way back in 1984), Negativland have been sued twice for copyright infringement.

Over the years Negativland’s “illegal” collage and appropriation-based audio and visual works have touched on many things – pranks, media hoaxes, advertising, media literacy, religion, the evolving art of collage, the bizarre banality of suburban existence, creative anti-corporate activism in a media-saturated and multinational world, file sharing, intellectual property issues, wacky surrealism, evolving notions of art and ownership and law in a digital age, and artistic and humorous observations of mass media and mass culture.

While it is true that, after being sued, Negativland became more publicly involved in advocating significant reforms of our nation’s copyright laws (more recently finding themselves being brought to Washington DC and Capitol Hill as citizen lobbyists for
copyright and art issues), Negativland are artists first and activists second. All of their art and media interventions have intended to pose both serious and silly questions about the nature of sound, media, control, ownership, propaganda and perception in the United States of America. Their work is now referenced and taught in many college courses in the US, has been written about and mentioned in over 150 books (including “No Logo” by Naomi Klein, “Media Virus” by Douglas Rushkoff, and various biographies of the band U2), cited in legal journals, and they often lecture about their work here and in Europe.

Since 1981, Negativland and an evolving cast of characters have operated “Over The Edge,” a weekly radio show on KPFA-FM in Berkeley, California. “Over The Edge” continues to broadcast three hours of live, found-sound mixing every Thursday at midnight, West Coast time, also streamed online. In 1995 they released a 270-page book with 72-minute CD entitled “Fair Use: The Story of the Letter U and the Numeral 2,” documenting their infamous four-year long legal battle over their 1991 release of an audio piece entitled “U2”. They were the subjects of Craig Baldwin’s 1995 feature documentary “Sonic Outlaws” and created the soundtrack and sound design for Harold Boihem’s 1997 documentary film “The Ad And The Ego,” an excellent in-depth look into the hidden agendas of the corporate ad world and the ways that we are affected by advertising. In 2004 Negativland worked with Creative Commons to write the “Creative Commons Sampling License,” an alternative to existing copyrights that is now widely used by many artists, writers, musicians, film makers, and websites.

In 2005, they released the elaborately packaged “No Business” (with CD, 15,000-word essay, and custom-made whoopie cushion), and debuted “Negativlandland” – a large visual art show of over 80 pieces of their “fine art” works, videos, home-made electronic devices, and a life-sized animatronic Abe Lincoln robot, at New York City’s Gigantic Art Space. That art exhibit continues to change and evolve and has traveled around the country, showing in Los Angeles, Seattle, Minneapolis, Houston, and Richmond, VA.

In 2007, Negativland released “Our Favorite Things,” a feature-length DVD collection of their many years of collaborative film work, and in 2008 they surprised themselves and everybody else by putting out a toetapping all-songs project of one member’s compositions called “Negativland Presents Thigmotactic,” and they continue to occasionally visit Washington DC as citizen lobbyists.

More recently, Negativland has been performing a show of radically new audio-visual versions of many Negativland fan-favorites that have never before been heard live. Negativland’s current performance project, entitled “Content!,” finds them teaming up with electronic musician Wobbly, and “live cinema” video artist Steev Hise, to create a visual and sonic performance that reinvents favorite past and present dialog cut-ups, while showcasing Negativland’s homemade electronic noise-making devices that they call “Boopers,” and relying heavily on group improvisation.

And in 2014, for their first new audio release in six years, “It’s All In Your Head” finds the group tackling their biggest subject ever: God. This ambitious and densely-crafted double CD is packaged inside an actual King James Holy Bible which has been appropriately repurposed into a “found” art object. Negativland mixes found music, found sound, found dialogue, guest personalities and original electronic noises into a compelling and thoughtful musical essay on monotheism, Christianity, Islam, Judaism, neuroscience, suicide bombers, 9/11, colas, war, shaved chimps, and the all-important role played by the human brain in our beliefs. The audio is presented as a live radio broadcast
(modeled after the “Over The Edge” radio program).

This theater-of-the-mind project has been assembled from basic tracks recorded live in front of blindfolded studio audiences, and documents the unique style of live collage performances that Negativland has been presenting on stages, and on radio, since the formation of the group in 1980.

Negativland is interested in unusual noises and images (especially ones that are found close at hand), unusual ways to restructure such things and combine them with their own music and art, and mass media transmissions which have become sources and subjects for much of their work. Negativland covets insightful humor and wackiness from anywhere, lowtech approaches whenever possible, and vital social targets of any kind. Foregoing ideological preaching, but interested in side effects, Negativland is like a subliminal cultural sampling service concerned with making art about everything we aren’t supposed to notice.

About “It’s All In Your Head”: Negativland’s new album, “It’s All In Your Head”, finds the group tackling their biggest subject ever: why humans believe in God. Millennia-in-development, this ambitious and densely-crafted double CD is packaged inside an actual Holy Bible which has been appropriately repurposed into a “found” art object.

“It’s All In Your Head” intends to entertain, inform, and provoke. On the CDs, Negativland mixes found music, found sound, found dialogue, guest personalities and original electronic noises into a compelling and thoughtful musical essay that looks at monotheism, Christianity, Islam, Judaism, neuroscience, suicide bombers, 9/11, colas, war, shaved chimps, and the all-important role played by the human brain in our beliefs. Reading the attached Bible is optional.

The audio is presented as a live radio broadcast, modeled after Negativland’s weekly “Over the Edge” radio program on KPFA-FM in Berkeley, CA. This theater-of-the-mind project has been carefully crafted from basic tracks recorded live in front of blindfolded studio audiences, and documents the unique style of live collage performances that Negativland has been presenting on stages, and on radio, since the formation of the group in 1980.

Since its previous album release six years ago, Negativland has kept busy with its weekly radio program, lectures, art gallery shows and live performances in the U.S. and Europe. Currently in the works are several different studio albums, including Negativland’s all-electronic “Booper Symphonies,” two brand new “Over the Edge” album releases, more art shows, and a new touring live show called “Content!” with upcoming performances at festivals such as Bumbershoot, All Tomorrow’s Parties, and Moogfest.

NEGATIVLAND ALBUMS, BOOKS, DVDS AND ART SHOWS

Albums and EPs
1980 Negativland
1981 Points
1983 A Big 10-8 Place
1984 Over The Edge Vol. 1: JamCon ’84
1985 Over The Edge Vol. 1 1/2: The Starting Line with Dick Goodbody
1986 Over The Edge Vol. 2: Pastor Dick: Muriel’s Purse Fund
1987 Escape From Noise
1989 Helter Stupid
1989 Over The Edge Vol. 3: The Weatherman’s Dumb Stupid Come-out Line
1990 Over The Edge Vol. 4: Dick Vaughn’s Moribund Music of the 70’s
1991 “U2” (EP)
1992 “Guns” (EP)
1993 Over The Edge Vol. 5: Crosley Bendix: The Radio Reviews
1993 Over The Edge Vol. 6: The Willsaphone Stupid Show
1993 Free
1994 Over The Edge Vol. 7: Time Zones Exchange Project
1995 Over The Edge Vol. 8: Sex Dirt
1995 Dead Dog Records (as part of the “Fair Use” book)
1997 “Truth In Advertising” (EP)
1997 Dispepsi
1998 “Happy Heroes” (EP)
1999 “The ABCs of Anarchism” [with Chumbawamba] (EP)
2002 Deathsentences of the Polished and Structurally Weak (Book and CD)
2005 No Business (Book and CD)
2008 Negativland Presents Thigmotactic
2014 It’s All In Your Head

DVDs
1989 No Other Possibility (as part of A Big 10-8 Place reissue)
2007 Our Favorite Things

Books
1995 Fair Use:The Story of the Letter U and the Numeral 2
2002 Deathsentences of the Polished and Structurally Weak
2005 No Business

Compilations and Remixes
1984 Yogi Cometbus Audiocassette Magazine – “Seventy Dreams”
1985 Local International – “One Through Twenty”
1987 Northern California Is A Noisy Place, Indeed – “Paul McCartney’s Penis”
1987 Objekt 3 – “Radio Advertising”
1987 Zamizdat Trade Journal – “General Cavendish”
1987 Unsound Magazine “Play It Again”
1987 Potatoes – “Perfect Scrambled Eggs”
1987 Mashed Potatoe – “A Mashed Version Of Potatoes”
1990 Live At The Knitting Factory Volume Three – “You Must Choose”
1992 Bob’s Media Ecology² – “Tribal Mandate”
1997 Resonance Magazine – “Fast Talk”
1998 Staalplaat’s “The Sound of Music 3” CD – “The Weatherman’s Big 10-8 Doof”
1999 Knitting On The Roof – “Tevye’s Dream”
2000 Hate People Like Us – “What’s Music?”
2001 Yo-Yo A Go-Go 1999 – “The Immortal Words Of Casey Kasem”
2002 Tracks From The Best Dance Albums Of All Time – “Christianity Is Stupid”
2003 Ikebana: A Tribute to Merzbow – “An Actual Attack”
2003 Dubtometry – “Asphalt”
2006 Musicworks – “No Business” / “Favorite Things” / “It’s All In Your Head FM” (Rehearsal)

Retrospective Art Shows
2013 “Our Favorite Things” Ghost Print Gallery, Richmond, VA
2012 “Our Favorite Things” La Luz De Jesus, Los Angeles, CA
2010 “Our Favorite Things” Nau-haus Gallery, Houston, TX
2006 “Negativlandland” Creative Electric Studios, Minneapolis, MN
2006 “Negativlandland” Consolidated Works, Seattle, WA
2005 “Negativlandland” Gigantic Art Space, New York, NY

Other Art Shows in US and Europe
2010 “Thigmotactic” Sean Pace Gallery, Asheville NC
2010 “Dead Fingers Talk: The Influence of William Burroughs” IMT Gallery, London, England
2009 “Motion Graphics Festival” Chicago IL, Boston MA, Atlanta GA, Austin TX
2007 “In Appropriations” Gulf Coast University Museum, Ft. Myers, FL
2007 “Madonna and Child” Madison County Arts Council, Marshall, NC
2007 “Homegrown” Southeastern Center of Contemporary Arts, NC
2007 “System Error” Siena, Italy
2007 Sonar, Barcelona, Spain
2006 Scope Art Basel, Miami FL
2006 “Illegal Art” Art & Culture Center of Hollywood, FL
2006 “Illegal Art” Pacific NW College of Art, Portland, OR
2005 Projections on Side of World Intellectual Property Organization Building Geneva, Switzerland
2004 “Co-lage” Matthews Gallery, Tampa FL
2004 “Illegal Art” In These Times, Chicago
2004 “Illegal Art” Resource Center for Activism and Art, Washington DC
2004 “Illegal Art” SF MOMA, San Francisco, CA
2003 “Illegal Art” CBGB Gallery, New York, NY
2002 “Version 2.0” Chicago MOMA, Chicago IL
2002 Shack Obscura Van De Griff-Marr Gallery Santa Fe, NM
2002 “Deathsentences” Cornish College, Seattle, WA
2002 “The New Gatekeepers” Columbia University School Of Journalism, New York, NY
2001 “Pixelplunder” year01.com, 2001 Toronto Canada

PINK FLOYD O ULTIMO ALBUM, 2014

PFFullThe Endless River, é o primeiro disco da banda em vinte anos, chega no dia 10 de Novembro. David Gilmour e Nick Mason terão começado a gravar o disco em Novembro de 2013, contando com a ajuda do guitarrista e produtor Phil Manzanera (Roxy Music). Nesse disco será possível ouvir gravações originais de Richard Wright (no orgão), que foram registadas em ensaios em Junho de 1969.

Endless River, será o último da banda. A confirmação foi dada por David Gilmour.

O físico britânico Stephen Hawking participa em The Endless River , o novo álbum dos Pink Floyd, com edição agendada para 10 de novembro. Hawking empresta a sua voz, gerada artificialmente devido à doença esclerose lateral amiotrófica, ao tema “Talkin’ Hawkin'”, um dos 18 temas do disco.

Maioritariamente instrumental, o álbum contará com a voz do cientista, que já tinha servido de narrador no tema “Keep Talkin'”, integrado no álbum The Division Bell , editado há 20 anos pela banda.

Numa entrevista à BBC, David Gilmour revelou que este será o derradeiro álbum dos Pink Floyd: “o Rick [Wright] já cá não está. Esta é a última coisa que vamos editar. Tenho a certeza de que não haverá nada depois disto”.

30 ANOS DOS POP DELL’ ARTE

ng3618781Os Pop Dell Arte em 1995

A celebrar três décadas de vida, os Pop Dell’Arte são paradigma de uma busca de personalidade e diferença que animou a geração que inventou uma cultura alternativa no Portugal de meados dos anos 80.
Depois de normalizada a vida política e de criada uma cultura jovem no Portugal de inícios dos anos 80, o passo seguinte para muitos foi o que procurou aprofundar o gosto pela busca de novos desafios, estimulando a criatividade para além dos limites normativos. Da música à moda, a Lisboa de então acolheu novos vultos e ideias. Diferentes entre os diferentes, os Pop Dell’Arte surgiram em inícios de 1985 com o (mítico) Concurso de Música Moderna do Rock Rendez Vous na mira dos seus primeiros objetivos.