É CARO UM COPO ÁGUA – LOLLAPALOOZA 2015

Quem estiver empolgado para ir ao Lollapalooza 2015, terá que separar uma quantia extra de dinheiro bem alta se quiser consumir bebidas no local, pois um simples copo com água custará absurdos R$ 5, valor 66,6% maior que na edição anterior. Já a cerveja aumentou 11%, e custará R$ 10, enquanto o refrigerante sofreu uma inflação de 50%, e passou de R$ 5 para R$ 7,50.

Os três preços subiram acima da inflação no Brasil. A inflação nos últimos doze meses, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi de 7,7%.

O Lollapalooza vai contar uma moeda própria, o Lolla Mango. Só com ela o público poderá comprar lanches e bebidas no Chef Stage, em quiosques e em foodtrucks. O Lolla Mango vale R$ 2,50. A cerveja custa 4 mangos, ou R$ 10 (chopp de 400 ml ou Skol Senses de 269 ml), o refri 3 mangos, ou R$ 7,50 (lata) e a água 2 mangos, ou R$ 5 (copo 300 ml). Veja a lista completa de preços de bebidas e alimentos no festival.

Programação

O festival que acontece em 28 e 29 de março no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, tem como principais atrações Jack White, Pharrell Williams, Robert Plant, Calvin Harris, Skrillex, The Smashing Pumpkins, Foster the People e Bastille.

O Lolla Day, ingresso que dá direito a apenas um dia do festival, custa R$ 340 (inteira) e R$ 170 (meia-entrada).

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WILLIE NELSON NEGOCIANTE DE MARIJUANA

MACONHAAos 81 anos, Willie Nelson abre cadeia de lojas de canábis e lança marca própria.
Willie Nelson ousou mais uma vez em sua vida conturbada, e desta vez a ideia vai além do que se esperava: o cantor vai lançar uma marca própria de maconha, e pretende ter sua fama como principal arma para alavancar as vendas, que acontecerão em lojas especializadas nos Estados Unidos.

Os produtos da Willie’s Reserve serão dignos dos melhores connoisseurs da cannabis e vendidos em lojas próprias nos estados americanos em que o consumo recreativo da planta é legal, como contou o porta-voz da empresa, Michael Bowman, ao site “The Daily Beast”.

A empresa, administrada pela família do músico, vai oferecer uma linha assinada pelo artista, que incluirá uma edição de luxo da droga, além de bongs e vaporizadores, bem como itens de outros produtores que terão que atender a determinados critérios empresariais e ambientais, como uma preocupação com a pegada de carbono deixada, por exemplo. A firma seguirá um modelo “anti-Walmart”, de acordo com o empresário.

“No fim das contas, ele quer estender [para a marca] sua moral e suas convicções pessoais”, disse Bowman. “Então, desde a loja até como eles [os funcionários] vão trabalhar com os fornecedores e como as coisas vão funcionar, tudo isso vai refletir a vida de Willie”.

Considerado uma lenda do Texas, Willie Nelson é defensor da legalização da maconha há décadas e considera a causa uma de suas “paixões”, segundo Bowman.

Leis que legalizam o uso recreativo da maconha já foram aprovadas em Washington, Alasca, Colorado, Oregon e no Distrito de Columbia. Portanto, o processo de legalização da droga vai afetar o número de lojas que a empresa poderá abrir.

Aos 81 anos de idade, Willie Nelson já foi considerado o 77º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone. Sua discografia possui incríveis 67 álbuns.

Desde 2008 espera-se algum novo trabalho de estúdio, mas nenhum foi lançado até então.

R.I.P. JOHN RENBOURN

renbournWe were sad to hear of the death of John Renbourn, the English guitarist, songwriter and co-founder of the seminal folk group Pentangle.

Renbourn, who was 70, had been due to play a gig at the Ferry in Glasgow on Wednesday evening (25) with fellow artist Wizz Jones, and after friends grew concerned by his non-appearance, police found him at his home yesterday morning, where he is believed to have died of a heart attack. “He was just larger than life,” his longtime manager Dave Smith told the Guardian newspaper.

“Game for anything. He was just finishing off a tour with Wizz Jones, and was looking forward to the next. He was always putting himself down as a teacher and running weekend workshops all over Europe, where he would have students come and learn from him.”

Renbourn made his first recordings as a solo artist, debuting with a self-titled album for the important British independent label Transatlantic in 1965.

This was the record that established his recording relationship with fellow British troubadour Bert Jansch, who played on the album and co-wrote two songs for it with his colleague. They followed this a year later with the full collaboration ‘Bert and John.’

In 1967, Renbourn and Jansch became co-founders of Pentangle, each on vocals and guitar, with singer Jacqui McShee, double bassist Danny Thompson and drummer Terry Cox. Their 1968 debut album ‘The Pentangle,’ also on Transatlantic, reached No. 21 during the UK’s progressive folk boom of that era, and the group reached the height of their popularity with 1969’s ‘Basket Of Light,’ which reached No. 5. Pentangle recorded regularly until 1972 and made further albums in the 1980s and ‘90s, reuniting again in 2007 when they were given a Lifetime Achievement award at the BBC Radio 2 Folk Awards.

Renbourn, meanwhile, continued to amass a distinguished body of solo work, on such albums as ‘The Lady and the Unicorn,’ in 1970, ‘The Hermit’ in 1976 and ‘The Nine Maidens’ in 1996. He also collaborated on several occasions with Stefan Grossman, and his most recent album was the delightful 2011 acoustic release ‘Palermo Snow.’

“A good deal of what I play has been the result of listening and learning from other musically inclined types,” wrote Renbourn on his website. “I’ve made a lot of friends along the way and music has proved more than enough to captivate my simple mind. I’ve been lucky enough to hook up with kindred spirits since stepping out into the world, well, before even — just about all the family played something and sang, that was the norm.” Fellow artists who posted tweets about Renbourn’s passing included Matthews herself, who described him as a “loving, lovely man,” and Barb Jungr, who said “Goodbye, beautiful musician,” while writer Ian Rankin said simply “What a guitarist.”

MORRERAM OS PENTANGLE

John Renbourn, guitarrista da banda de folk Pentangle, morre aos 70 anos Segundo o ‘Guardian’, músico cultuado foi encontrado morto em casa. Ele misturava jazz, blues e rock, além de usar instrumentos indianos.

O aclamado guitarrista John Renbourn, membro fundador do popular grupo de folk progressivo Pentangle na década de 1960, morreu aos 70 anos, informou a mídia britânica na sexta-feira (27).

Renbourn não apareceu em um show que iria fazer e, depois, a polícia o encontrou morto em sua casa, na Escócia, disse o jornal “The Guardian”.

Mais conhecido por suas colaborações com o amigo guitarrista Bert Jansch, que morreu em 2011, Renbourn ajudou a criar uma nova forma de música popular, misturando jazz, blues e rock e, em algumas variações, incorporando instrumentos indianos, como os tambores tabla.

O estilo é também conhecido como folk-jazz e folk-barroco. Renbourn foi um dos cinco membros originais do Pentangle, ao lado de Jansch, a cantora Jacqui McShee, o baixista Danny Thompson e o baterista Terry Cox.

No seu auge, a banda lotava grandes espaços para shows, como o Royal Festival Hall, em Londres, o Carnegie Hall, em Nova York, e o Newport Jazz Festival.

Depois de deixar o Pentangle no início de 1970, Renbourn teve uma carreira de sucesso como artista solo, trabalhando com outros artistas e com a sua banda The John Renbourn Group.

R.I.P. DAEVID ALLEN

17278192Aqueles que tiveram a sorte de ver Daevid Allen com Gong ou Soft Machine nunca vão esquecer a experiência. Prog rock com toques de jazz, humor, loucura e tudo freakiness round, num momento em que ser um anormal foi à maneira dele.

Infelizmente Daevid Allen faleceu como foi confirmado pelo seu filho, Orlando Allen na segunda-feira; o inovador, e excêntrico musico tinha 77 anos de idade.

“And so dada Ali, bert camembert, the dingo Virgin, divided alien and his other 12 selves prepare to pass up the oily way and back to the planet of love. And I rejoice and give thanks,” he wrote. “Thanks to you dear dear daevid for introducing me to my family of magick brothers and mystic sisters, for revealing the mysteries, you were the master builder but now have made us all the master builders. As the eternal wheel turns we will continue your message of love and pass it around. We are all one, we are all gong. Rest well my friend, float off on our ocean of love. The gong vibration will forever sound and its vibration will always lift and enhance. You have left such a beautiful legacy and we will make sure it forever shines in our children and their children. Now is the happiest time of yr life. Blessed be.”

Em fevereiro, á algumas semanas atrás Allen havia anunciado que teria seis meses de vida, após o cancro se ter espalhado para o pulmão.

“Eu não estou interessado em operações cirúrgicas sem fim e na verdade ele veio como um alívio saber que o fim está à vista. Sou um grande crente em ‘A Vontade de como as coisas são “, e também acredito que chegou a hora de parar de resistir, de negar, e render-me à maneira como ele é”.

Allen, um cidadão australiano, nascido em 1938, a quem foi recusada a entrada de volta para o Reino Unido a partir de França em 1967, terminou o seu breve mandato com os Soft Machine. Destemido, formou um novo grupo, Gong, e o primeiro álbum com esse nome foi Magick Brother, lançado em 1970.

Allen e a sua parceira, poeta Gilli Smyth, entoou as suas observações incisivas e chamadas à ação da contracultura como ‘mudar o mundo ‘, ao longo de um guisado orgânico de instrumentos em grande parte acústicos e percussão.

Um ano depois veio o brilhante, Camembert Electrique, veia mais psicadélica e progressiva do que o seu antecessor, incluiu a primeira menção da Radio Gnome Invisible, as suas transmissões a partir do Planeta Gong.

O álbum foi lançado originalmente no selo francês BYG Actuel em 1971, mas a recém-formada Virgin Records adquiriu os direitos em 1973. E num movimento que ganhou a exposição considerável do grupo, a Virgin vendeu por £0.49, o preço de um single.

Gong chegou ao conhecimento de famoso e lendário John Peel, que gravou sessões no seu influente programa de rádio.

Allen levou o motim da corrida imaginação com Radio Gnome Invisible Parte 1 – The Flying Bule, também lançado em BYG e alugado para a Virgin. O guitarrista Steve Hillage, que havia tocado nos Egg e nos Khan, foi convocado para a banda, junto como sintetizador de Tim Blake (aka Hi T Moonweed), acrescentando mais um sentido ‘cósmico’ à música.

Angel’s Egg, gravado mais tarde, em 1973, foi mais eclético do que o seu antecessor. E incluía elementos de be-bop e soundingchanson gálico. Este mundo de som deslumbrante foi explorado mais plenamente em You, o capítulo final da trilogia, lançado em 1974.

Enquanto Allen oferece menos, mas ainda assim dizer, as contribuições vocais e líricas, no jogo coletivo da banda, tinha atingido um novo patamar.